Frei Caneca
Joaquim do Amor Divino Rabelo Caneca, mais conhecido como Frei Caneca nasceu na cidade do Recife, em julho de 1779, exerceu atividades como sacerdote, jornalista e político. Aderiu ao movimento republicano de Pernambuco e freqüentou um dos centros de conspiração política, a Academia do Paraíso.
Participou das tropas revoltosas do movimento de independência de 1817, foi preso e levado para Salvador, onde permaneceu preso até 1821. Frei Caneca fez seus votos religiosos no Convento do Carmo, em Pernambuco.
Em 1822, a instauração da monarquia de D. Pedro I, e a constituição de 1824, abriu caminhos para a dissolução da Assembléia Constituinte. Em julho de 1824, os líderes pernambucanos anunciaram a formação de uma nova república, a Confederação do Equador.
Sem apoio esperado de países estrangeiros e sem forças perante a monarquia, o movimento é cercado e a coluna de Frei Caneca pega pelas tropas legalistas. Frei Caneca foi preso e levado ao calabouço, sendo sentenciado a morrer na forca.
Apesar de pedidos e manifestações de religiosos, Frei Caneca foi levado à forca no dia 13 de janeiro de 1825, ninguém quis executar a tarefa de carrasco, sendo o religioso morto por fuzilamento, em Recife.
Participou das tropas revoltosas do movimento de independência de 1817, foi preso e levado para Salvador, onde permaneceu preso até 1821. Frei Caneca fez seus votos religiosos no Convento do Carmo, em Pernambuco.
Em 1822, a instauração da monarquia de D. Pedro I, e a constituição de 1824, abriu caminhos para a dissolução da Assembléia Constituinte. Em julho de 1824, os líderes pernambucanos anunciaram a formação de uma nova república, a Confederação do Equador.
Sem apoio esperado de países estrangeiros e sem forças perante a monarquia, o movimento é cercado e a coluna de Frei Caneca pega pelas tropas legalistas. Frei Caneca foi preso e levado ao calabouço, sendo sentenciado a morrer na forca.
Apesar de pedidos e manifestações de religiosos, Frei Caneca foi levado à forca no dia 13 de janeiro de 1825, ninguém quis executar a tarefa de carrasco, sendo o religioso morto por fuzilamento, em Recife.
| Autores: Fernando Rebouças Categorias: Biografias | História do Brasil | |
![]() | Data: 04/07/2008 |



