Gimnospermas

Por Fabiana Santos Gonçalves

A grande evolução neste grupo de plantas foi o surgimento da semente. As sementes das gimnospermas não estão protegidas pelo fruto, como nas angiospermas, porém a semente garante enorme proteção e alimentação ao embrião.

O grupo das gimnospermas atuais é composto de quatro filos:

  1. Cycadophyta
  2. Ginkgophyta
  3. Conipherophyta
  4. Gnetophyta

As gimnospermas possuem raízes, caule, folhas e sementes, mas não apresentam frutos.

Os óvulos e as sementes de gimnospermas são expostos ao ambiente pelos esporofilos. A semente é o óvulo maduro portador de um embrião.

As gimnospermas são heterosporadas e portadoras de megafilos.

Diferente das outras plantas estudadas anteriormente, as gimnospermas produzem vários arquegônios com oosferas e, consequentemente, vários embriões podem ser formados, porem apenas um sobrevive. Esse processo chama-se poliembrionia e ocorre em apenas um óvulo.

Outro avanço das gimnospermas é a independência de água para a fecundação, pois surge o grão de pólen, que é o gametófito masculino em desenvolvimento, que se completa quando fecunda a oosfera.

O processo de dispersão do grão de pólen é chamado de polinização. Quando o grão de pólen encontra o arquegônio, um tubo polínico é formado e depois se rompe, liberando anterozóides multiflagelados que nadam até o arquegônio fecundando a oosfera. A função do tubo polínico é levar o gameta até a oosfera, para que ele não dependa de água para a fecundação.

A estrutura de reprodução é chamada de estróbilo e há plantas monóicas e dióicas.


Estróbilo