| Por Caroline Faria |
Durante muito tempo o cientista foi visto como alguém com poderes especiais que conhecia os mistérios do mundo, quase como um mágico. Mas com o desenvolvimento de tecnologias, o maior acesso à educação e disseminação de informações esta imagem ficou um pouco para trás, embora o cientista ainda seja visto pela maioria das pessoas como alguém fora do normal.
A verdade é que o cientista é uma pessoa comum como eu ou você. A única coisa fora do normal que a pessoa que quer ser cientista precisa ter é a dedicação: são necessários cerca de oito anos a mais de estudo (mestrado e doutorado) do que uma pessoa “normal” para se tornar um cientista. Sem contar que no Brasil nem sempre o retorno financeiro é compensador. Mas quem trabalha na área alega que o mais importante é a sensação de estar trabalhando com algo novo, fazendo descobertas e pesquisas que ainda ninguém fez.
Aliás, no Brasil, o cientista costuma ser chamado de pesquisador, muito embora esta denominação seja inadequada uma vez que “pesquisadores” são também aqueles que fazem recenseamento, pesquisas de opinião e outras pesquisas, sem necessariamente, possuir o grau de doutor (doutor de doutorado mesmo, não “dotor”).
Algumas universidades oferecem programas de iniciação científica através dos quais é possível desenvolver pesquisas com o apoio da instituição e dos professores que auxiliam o aluno.
Também existe um prêmio oferecido pela Gerdau, CNPQ (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e Fundação Roberto Marinho, chamado “Prêmio Jovem Cientista” que todo ano oferece prêmios e bolsas de pesquisa para jovens do Ensino Médio ou Ensino Superior e até mesmo para pós-graduandos e doutorandos que desenvolvam algum tipo de pesquisa com relevância para o desenvolvimento científico e tecnológico brasileiro de acordo com o tema abordado naquele ano.
Fontes:
http://www.ufscar.br
| Data de publicação: Categorias: Ciências, Profissões |
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