Associação Brasileira de Imprensa
Idealizada por Gustavo de Lacerda, a instituição foi criada em 7 de abril de 1908, com o objetivo de ser uma entidade que abrigasse as causas da categoria dos profissionais de imprensa com neutralidade, transparência e independência. Gustavo de Lacerda, Mário Galvão e Amorim Júnior elaboraram o projeto inicial da Associação Brasileira de Imprensa.
Para Gustavo de Lacerda os jornais deveriam cumprir um papel mais social do que empresarial, que de costume, já naquela época, visava o lucro para os proprietários dos veículos de imprensa. Após a criação da entidade, seus componentes enfrentaram resistências, sendo classificada como uma associação de anarquistas.
Não havia um clima de unidade na categoria jornalística, mas pouco a pouco a entidade começou a conquistar prestígio ao ser procurada por autoridades e celebridades que se inscreveram no quadro da ABI. Após ser instalada em imóveis alugados e cedidos, nos anos 30, a direção de Hebert Moses, a ABI construiu sua sede própria.
Alexandre José Barbosa Lima Sobrinho marcou a história da instituição; aos 29 anos, em 1926, ocupou a cadeira da presidência pela primeira vez. Em 1992, em seu quarto mandato defendeu a abertura do impeachment de Fernando Collor; faleceu no início dos anos 2000, aos 103 anos de idade.
Os objetivos e a preocupação de acompanhar a evolução da sociedade estão muito bem dissertados nas palavras do ex-presidente da ABI, Fernando Segismundo, em 1969 : “além das finalidades fundamentais, a associação deve interpretar o pensamento, as aspirações, os reclamos, a expressão cultural e cívica de nossa imprensa (...) ; realçar a atuação da imprensa nos fatos da nossa história; e colaborar em tudo que diga respeito ao desenvolvimento intelectual do País”. E, 2008, a ABI completou 100 anos de história e luts, tendo como presidente Maurício Azedo.
Para Gustavo de Lacerda os jornais deveriam cumprir um papel mais social do que empresarial, que de costume, já naquela época, visava o lucro para os proprietários dos veículos de imprensa. Após a criação da entidade, seus componentes enfrentaram resistências, sendo classificada como uma associação de anarquistas.
Não havia um clima de unidade na categoria jornalística, mas pouco a pouco a entidade começou a conquistar prestígio ao ser procurada por autoridades e celebridades que se inscreveram no quadro da ABI. Após ser instalada em imóveis alugados e cedidos, nos anos 30, a direção de Hebert Moses, a ABI construiu sua sede própria.
Alexandre José Barbosa Lima Sobrinho marcou a história da instituição; aos 29 anos, em 1926, ocupou a cadeira da presidência pela primeira vez. Em 1992, em seu quarto mandato defendeu a abertura do impeachment de Fernando Collor; faleceu no início dos anos 2000, aos 103 anos de idade.
Os objetivos e a preocupação de acompanhar a evolução da sociedade estão muito bem dissertados nas palavras do ex-presidente da ABI, Fernando Segismundo, em 1969 : “além das finalidades fundamentais, a associação deve interpretar o pensamento, as aspirações, os reclamos, a expressão cultural e cívica de nossa imprensa (...) ; realçar a atuação da imprensa nos fatos da nossa história; e colaborar em tudo que diga respeito ao desenvolvimento intelectual do País”. E, 2008, a ABI completou 100 anos de história e luts, tendo como presidente Maurício Azedo.
| Autores: Fernando Rebouças Categorias: Comunicação | |
![]() | Data: 19/05/2008 |



