Jornalismo Ambiental
Em 1968, aconteceu em Paris, a Conferência da Biosfera, fato que inspirou o surgimento da primeira entidade de jornalismo ambiental na França. Nesta época, no Brasil, tivemos o caso do repórter Randau Marques, preso após ter noticiado num jornal da cidade paulista de Franca, a contaminação de gráficos e sapateiros com o uso do chumbo.
Em 1972, depois da realização da Conferência da ONU sobre Meio Ambiente, em Estocolmo, a imprensa passa a noticiar com maior freqüência as questões ambientais. Na década de 80, o buraco na camada de ozônio, o aquecimento global, as questões que envolviam a Amazônia e a luta de Chico Mendes foram assuntos constantes em jornais brasileiros e estrangeiros.
Durante a Eco-92, no Rio de Janeiro, todos os veículos de comunicação abriram seções, suplementos e programas específicos para o temo ecologia, assuntos como biodiversidade e ecossistema se popularizaram, mas com o término da conferência no Rio, poucos veículos continuaram investindo na temática ambiental. Daquela época, início da década de 90, restaram os programas de TV, Reporte Eco, da TV Cultura; Globo Ecologia, da TV Globo, e a revista Ecologia e Desenvolvimento que viria a falir em 2003. Nos anos 2000 fortaleceram-se e surgiram novos veículos ambientais no país como Folha do Meio Ambiente, Revista Com Ciência Ambiental, Discutindo Geografia, entre outros veículos.
Assim como toda matéria jornalística, a reportagem ambiental precisa ser “vendida”, seduzir o leitor e o anunciante, não somente profetizar ou criticar catástrofes, mas elaborar uma visão crítica sobre o meio ambiente que nos cerca e sobre os impactos que o mesmo venha a sofrer pelas ações políticas, sociais e econômicas do homem. O tema ecologia é um assunto transversal que envolve todos os setores e mecanismos da sociedade, e que necessita ser noticiado e expressado em situações, causas e exemplos que frisem as questões atuais do meio ambiente que, nós, destruímos.
Em 1972, depois da realização da Conferência da ONU sobre Meio Ambiente, em Estocolmo, a imprensa passa a noticiar com maior freqüência as questões ambientais. Na década de 80, o buraco na camada de ozônio, o aquecimento global, as questões que envolviam a Amazônia e a luta de Chico Mendes foram assuntos constantes em jornais brasileiros e estrangeiros.
Durante a Eco-92, no Rio de Janeiro, todos os veículos de comunicação abriram seções, suplementos e programas específicos para o temo ecologia, assuntos como biodiversidade e ecossistema se popularizaram, mas com o término da conferência no Rio, poucos veículos continuaram investindo na temática ambiental. Daquela época, início da década de 90, restaram os programas de TV, Reporte Eco, da TV Cultura; Globo Ecologia, da TV Globo, e a revista Ecologia e Desenvolvimento que viria a falir em 2003. Nos anos 2000 fortaleceram-se e surgiram novos veículos ambientais no país como Folha do Meio Ambiente, Revista Com Ciência Ambiental, Discutindo Geografia, entre outros veículos.
Assim como toda matéria jornalística, a reportagem ambiental precisa ser “vendida”, seduzir o leitor e o anunciante, não somente profetizar ou criticar catástrofes, mas elaborar uma visão crítica sobre o meio ambiente que nos cerca e sobre os impactos que o mesmo venha a sofrer pelas ações políticas, sociais e econômicas do homem. O tema ecologia é um assunto transversal que envolve todos os setores e mecanismos da sociedade, e que necessita ser noticiado e expressado em situações, causas e exemplos que frisem as questões atuais do meio ambiente que, nós, destruímos.
| Autores: Fernando Rebouças Categorias: Meio Ambiente | Comunicação | ||
![]() | Data: 09/06/2008 | Avaliação: ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() |
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