Síndrome da Excitação Sexual Persistente

Por Débora Carvalho Meldau
A síndrome da excitação sexual persistente, também chamada de transtorno de excitação persistente genital, conhecida mundialmente pela sigla PSAS (abreviação do inglês Persistent Sexual Arousal Syndrome), consiste um uma condição que resulta em uma excitação espontânea e persistente nos órgãos genitais, levando ou não ao orgasmo ou obstrução, sem ligação com desejo sexual.

Esta condição foi descrita pela primeira vez pela médica estadunidense Sandra Leiblum, no ano de 2001, sendo caracterizada como uma síndrome específica mais recentemente.

Esta síndrome é rara e, devido ao constrangimento que causa às suas portadoras, é muitas vezes encoberta pelas mesmas. Comumente acomete as mulheres após os 40 anos de idade e nos anos pós-menopausa e não apresenta nenhuma relação com a hipersexualidade, também conhecida como ninfomania, condição na qual a paciente apresenta elevado nível de desejo e de fantasias sexuais, com compulsividade ao ato.

Especialistas explicam que ocorre um aumento do fluxo sanguíneo persistente na região genital, resultando em uma constante excitação desta área, mesmo que não pensando ou fazendo coisas relacionadas ao sexo.

Sua etiologia ainda não foi elucidada, mas acredita-se que uma inflamação nos órgãos pélvicos possam ser a causa de um estímulo constante no nervo responsável por conduzir sinais nervosos ao clitóris.

Até o presente momento não há um tratamento específico para esta síndrome. Todavia, de acordo com relatos de pacientes, reservar um tempo para ter diversos orgasmos seguidos pode ser útil, para que o organismo consiga relaxar um pouco.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_da_excitação_sexual_persistente
http://article.186ic.com/pt/hareloss/45955/
http://www.scielo.br/pdf/jbpsiq/v59n3/a09v59n3.pdf
http://www.tuasaude.com/sindrome-da-excitacao-sexual-persistente/

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