Por Fernando Rebouças |
Com o crescimento econômico enfraquecido, muitas nações solicitaram a revogação das metas limites de emissão de gases poluidores como uma saída para aumentar ritmo industrial e manter as expectativas de mercado.
O recuo econômico em todo mundo, no período de 2007 a 2009, ajudou a diminuir as emissões de poluentes em escala mundial. A mudança climática em níveis catastróficos representará grandes danos financeiros à economia mundial, além dos danos humanos e ambientais.
Em 2050, a perda econômica poderá ser de 2 trilhões de dólares, devido a uma elevação de 1° C na temperatura planetária. Esse cenário ambiental poderá acarretar em novas crises econômicas piores do que as do fim do século XIX, a de 1929 e a de 2008.
O aquecimento global poderá subtrair em 20 % o consumo per capita, e ocorrerá elevação nos custos de redução de emissões. O segmento de economia limpa será uma grande oportunidade de investimentos, atingindo a média de 1% no mercado mundial.
Segundo o economista inglês Nicholas Stern, ex-chefe do Banco Mundial, as ações para redução da emissão de GEE´s (Gases de Efeito Estufa), poderão custar 1 % de toda a riqueza do mundo.
Fontes:
http://www.ecodebate.com.br/2009/04/13/as-crises-economica-e-climatica-se-sobrepoem/
http://projetojogolimpo.blogspot.com/2008/10/o-que-crise-econmica-tem-ver-com-meio.html
http://www.ecoeacao.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=527&Itemid=45
| Data de publicação: Categorias: Aquecimento Global, Economia, Meio Ambiente |
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