Economia do Haiti

Por Fernando Rebouças
No século XVIII, na atual República do Haiti, na época referida como “Saint-Domingue” pelos colonizadores franceses, era a colônia mais próspera das Américas. O solo era fértil e desde seu período de colonização serviu a economia primária.

A economia primária predomina até os dias atuais. O país no decorrer dos tempos se tornou num grande produtor de açúcar (ultrapassando o açúcar brasileiro no século XVII).

Apesar de conflitos políticos e instauração de regimes ditatoriais em toda sua história, o Haiti continuou sendo um grande produtor de açúcar, banana, manga, milho, batata-doce, legumes e tubérculos.

Depois das recentes crises políticas vivenciadas principalmente na década de 90, o país passou a ter uma economia arruinada e um profundo empobrecimento. O Haiti, a partir de então, foi considerado o país mais pobre das Américas, do ocidente, e tão pobre quanto o Timor-Leste e o Afeganistão.

No país, 75 % da população está ocupada na agricultura, o setor representa 31,2 % do PIB, as indústrias representam 7,3 %. No fim de 1995, o país fracassou nos acordos com os credores internacionais, como consequência o país mergulhou em aumento de gastos públicos e inflação.

Apesar de qualquer esforço para equilibrar a situação econômica, os futuros governos haitianos ainda dependerão de ajuda financeira de outras nações. Além dos produtos agrícolas, o Haiti tem potencial de exportação em manufaturados leves.

É tradicional importador de bens manufaturados, combustíveis, lubrificantes e matérias-primas. A moeda oficial é o Gourde. O Brasil, além de forças militares de paz, tem concedido suporte para atividades agropecuárias, organização de sindicatos, atividades educacionais e empreendedorismo.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_do_Haiti