Economia do Equador

Por Thais Pacievitch
A economia equatoriana (cuja moeda é o dólar americano, desde o ano 2000) é a 8ª maior da América. Em l965, o Equador aprovou uma lei de desenvolvimento industrial que facilitou a expansão das fábricas têxteis, de artigos elétricos e farmacêuticos, entre outros.

Em 1970, incrementou-se a produção e exportação de petróleo, que culminou com a construção do oleoduto chamado transequatoriano para levar o óleo do interior do país até os portos. O ingresso do Equador, em 1995, na Organização Mundial do Comércio deu um grande impulso a sua economia. Este país integra também o Mercosul e a Comunidade Andina de Nações.

Em 2007, seu PIB somou 61,52 bilhões de dólares e o PIB per capita ficou um pouco acima de 4.500 dólares. Em 2006, a taxa de crescimento foi de 4,1. A inflação foi de 3,4% e a taxa de desemprego foi de 10,6%. A indústria equatoriana cresceu, em 2006, 5%.

Os principais produtos agrícolas equatorianos são: banana (principal cultivo), cana-de-açúcar, arroz, milho, batata, cacau, café e frutas cítricas. Nas últimas décadas, a produção de flores tropicais e de clima frio ganhou importância.

Existem, em solo equatoriano, minas de ouro, prata, chumbo e zinco. A extração e a comercialização de sal estão nas mãos do governo. As reservas petrolíferas são a base principal da indústria do Equador (responsáveis por aproximadamente 40% das exportações e um terço da receita) e, mesmo sendo de propriedade do Estado, há empresas estrangeiras explorando este filão da economia. Hoje, o Equador é o quinto maior produtor de petróleo da América do Sul. As indústrias madeireiras, papeleiras e têxteis também são de relativa importância.

O Equador tem um grande potencial hidroelétrico, 63% da energia utilizada no país são obtidos desta forma. Uma parcela da produção de energia restante é conseguida de usinas termoelétricas, que utilizam carvão e petróleo e também se faz necessária a importação de energia elétrica.

As exportações equatorianas somaram 12,56 bilhões de dólares, em 2006. Os principais destinos destes produtos foram os EUA (50,6%), Peru (7,9%), Alemanha (4,3%) e Colômbia (4,4%). As importações (em 2006 somaram 10,8 bilhões de dólares) incluem veículos, remédios e equipamentos de telecomunicações. Os principais fornecedores são: EUA (22,1%), Colômbia (14,8%), Venezuela (7,7%), Brasil (7,2%) e China (5,2%). A dívida externa equatoriana, em 2006, era de 18 bilhões de dólares.