Racionalismo Cartesiano

Por Fernando Rebouças
Racionalismo cartesiano é uma doutrina que atribui à Razão humana a capacidade exclusiva de conhecer e de estabelecer a Verdade. Opõe-se ao empirismo, colocando a Razão independente da experiência sensível, ou seja, rejeita toda intervenção de sentimentos, somente a Razão.

René Descartes nasceu na França em 1596, termina o secundário em 1612, sendo um aluno brilhante, não encontra a “Verdade” nos livros, ansioso e encontrar a verdade viaja por toda a parte. Em 1618, alista-se nas tropas holandesas de Maurício de Nassau e depois nas tropas do imperador da Baviera e luta na Guerra dos Trinta Anos.

Para receber a herança da mãe, retorna a Paris e retorna ao estudo de Filosofia. Faleceu em 1650. Descartes criticava tudo que havia aprendido na escola, para ele tudo era aparentemente verdadeiro, e o homem como um animal racional deveria buscar princípios absolutamente seguros.

Todo homem, segundo Descartes, possuía razão, a capacidade de julgar e de discernir o verdadeiro do falso. O homem deve seguir um método para conduzir bem a sua razão e procurar a verdade nas ciências, afirma que devemos rejeitar como falso tudo aquilo do qual não podemos duvidar, somente devemos aceitar as coisas indubitáveis.

Segundo Descartes : “Todo o método consiste na ordem e na disposição das coisas para as quais devemos voltar o olhar do espírito, para descobrir alguma verdade”. O eu, seria uma substância que pensa, duvida, concebe, afirma, nega, que quer, e que não quer, que imagina e que sente.

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