Por Fernando Rebouças |
Copacabana também era a nomenclatura de uma península entre Bolívia e Peru, onde colonizadores espanhóis construíram uma igreja para a Nossa Senhora das Candeias, posteriormente conhecida mais por Nossa Senhora de Copacabana, em virtude do nome da península.
Em 6 de julho de 1892, foi construído o túnel Alaôr Prata para a passagem de bondes, abrindo acesso para criação e expansão do bairro. Com a abertura de novos túneis como o Túnel Novo em 1906, e a duplicação do túnel Marques Porto, Copacabana começava a crescer, sendo ocupada pela sua população até 1940.
Em meados do século XX, o bairro torna-se populoso. A Avenida Atlântica foi inaugurada em 1906, com 6 metros de largura e 4km de extensão. Na Avenida Atlântica foi construído o Hotel Copacabana Palace. O Copacabana Palace foi construído em 1923, sendo cassino até 1946.
O recente filme Copacabana, de Carla Camurati tratou de expressar a nostalgia pelos tempos românticos em que o bairro viveu. Segundo o Braguinha, Copacabana era a princesinha do mar.
“Existem praias tão lindas cheias de luz…
Nenhuma tem o encanto que tu possuis
Tuas areias…
Teu céu tão lindo…
Tuas sereias
Sempre sorrindo…
Copacabana, princesinha do mar,
Pelas manhãs tu és a vida a cantar…
E, à tardinha, o sol poente
Deixa sempre uma saudade na gente…
Copacabana, o mar eterno cantor
Ao te beijar, ficou perdido de amor
E hoje vivo a murmurar
Só a ti,Copacabana, eu hei de amar”
Música: Copacabana
Autoria : João de Barro e Alberto Ribeiro
Interpretação: Dick Farney
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