Diáspora Russa
A visão política e diplomática da Rússia no início do século 21, defende a idéia de defender os seus cidadãos russos em qualquer região onde estiverem, esta foi a causa central da ofensiva russa contra a Geórgia em 2008, na região da Ossétia, habitada por uma população cuja maioria é de cidadania russa. Esta postura tem sido cada vez mais defendida pelo presidente russo Dmitri Medvedev, segundo o governo de Moscou, há cerca de 25 milhões de cidadãos russos vivendo em países vizinhos.
O fim da URSS criou na época, uma situação curiosa, o cidadão soviético de origem russa acordou num país estrangeiro e independente da antiga URSS. A maior parte da “diáspora russa” vive na Ucrânia, Cazaquistão e Bielorússia. Na Ucrânia, os russos representam 65% da população.
Em países como Letônia e Estônia, os russos constituem uma minoria, representam 30% da população; Letônia e Estônia são países membros da União Européia e da Otan. De um lado a Rússia acusa as repúblicas ex-URSS de praticarem xenofobia contra os russos, enquanto que as repúblicas ex-URSS acusam a Rússia de utilizar tal discurso como manobra político-diplomática.
A União Européia tem buscado mediar a situação de desentendimento entre Rússia e os países bálticos, sem que tal situação cause entrave nas relações entre os países membros. A questão da diáspora tem sido cada vez mais oficializada pelo Kremlin, em atitudes e discursos políticos.
O fim da URSS criou na época, uma situação curiosa, o cidadão soviético de origem russa acordou num país estrangeiro e independente da antiga URSS. A maior parte da “diáspora russa” vive na Ucrânia, Cazaquistão e Bielorússia. Na Ucrânia, os russos representam 65% da população.
Em países como Letônia e Estônia, os russos constituem uma minoria, representam 30% da população; Letônia e Estônia são países membros da União Européia e da Otan. De um lado a Rússia acusa as repúblicas ex-URSS de praticarem xenofobia contra os russos, enquanto que as repúblicas ex-URSS acusam a Rússia de utilizar tal discurso como manobra político-diplomática.
A União Européia tem buscado mediar a situação de desentendimento entre Rússia e os países bálticos, sem que tal situação cause entrave nas relações entre os países membros. A questão da diáspora tem sido cada vez mais oficializada pelo Kremlin, em atitudes e discursos políticos.
| Autores: Fernando Rebouças Categorias: História | |
![]() | Data: 21/08/2008 |



