Crônicas de Machado de Assis
Além de escrever grandes obras literárias em diversos gêneros, destacando os romances e contos, Machado de Assis também colaborou persistentemente com a mídia impressa de sua época, sendo considerado um dos primeiros cronistas de qualidade da imprensa brasileira. Os periódicos nos quais publicaram os textos de Machado de Assis, também serviram para lançar alguns de seus livros em capítulos.
Machado de Assis iniciou sua carreira de cronista por volta da década de 1850, muitos críticos literários consideram que a atividade de cronista de alguma forma serviu de reforço criativo no exercício da criação de seus romances. O jornal “Diário do Rio de Janeiro”, foi fundado em 1º de julho de 1821, saiu de circulação em 1859, e quando retornou em 1860, contratou Machado de Assis para escrever notícias.
Em 1861, o escritor começou a assinar as crônicas “Comentários da Semana”, seção encerrada em 5 de maio de 1862, quando seus escritos foram suspensos por conter fortes críticas ao gabinete ministerial do governo. Porém, permaneceu no jornal escrevendo uma nova série de crônicas “Ao Acaso”, realizada até o ano de 1865.
Neste período, também publicou cartas e textos no “Jornal do Povo”, e no folhetim “O Futuro”. Além de jornais, também colaborou em revistas como poeta. Na revista literária “A Primavera” publicou o poema “No Álbum” e na revista “O Binóculo”, publicou o poema “A Augusta”.
No gênero poético, Machado já havia colaborado poeticamente em periódicos. Havia o periódico “O Parahyba” dirigido pelo português Augusto Emílio Zaluar, o jornal saía às quintas e domingos, no qual Machado de Assis publicou os poemas “Vem”, “A um poeta” e “S. Helena”, todos no ano 1859. O jornal “O Parahyba” ainda contava com Quintino Bocaiúva e Manuel Antônio de Almeida como colaboradores.
A atividade de colaborador e cronista na imprensa brasileira perdurou até o início do século XX. Machado de Assis criticava o sensacionalismo praticado na imprensa referente às notícias policiais e utilizava o jornal como espaço de comunicação com seus leitores como forma de encontrar as melhores soluções e sugestões para os seus textos.
E numa de suas crônicas, Machado de Assis escreveu:
“O jornal é a verdadeira forma da república do pensamento. É locomotiva intelectual, em viagem para mundos desconhecidos, é a literatura comum, universal, atualmente democrática, reproduzida todos os dias, levando em si a frescura das idéias e fogo das condições.”
“O jornal é a liberdade, é o povo, é a consciência, é a esperança, é o trabalho, é a civilização.”
Machado de Assis iniciou sua carreira de cronista por volta da década de 1850, muitos críticos literários consideram que a atividade de cronista de alguma forma serviu de reforço criativo no exercício da criação de seus romances. O jornal “Diário do Rio de Janeiro”, foi fundado em 1º de julho de 1821, saiu de circulação em 1859, e quando retornou em 1860, contratou Machado de Assis para escrever notícias.
Em 1861, o escritor começou a assinar as crônicas “Comentários da Semana”, seção encerrada em 5 de maio de 1862, quando seus escritos foram suspensos por conter fortes críticas ao gabinete ministerial do governo. Porém, permaneceu no jornal escrevendo uma nova série de crônicas “Ao Acaso”, realizada até o ano de 1865.
Neste período, também publicou cartas e textos no “Jornal do Povo”, e no folhetim “O Futuro”. Além de jornais, também colaborou em revistas como poeta. Na revista literária “A Primavera” publicou o poema “No Álbum” e na revista “O Binóculo”, publicou o poema “A Augusta”.
No gênero poético, Machado já havia colaborado poeticamente em periódicos. Havia o periódico “O Parahyba” dirigido pelo português Augusto Emílio Zaluar, o jornal saía às quintas e domingos, no qual Machado de Assis publicou os poemas “Vem”, “A um poeta” e “S. Helena”, todos no ano 1859. O jornal “O Parahyba” ainda contava com Quintino Bocaiúva e Manuel Antônio de Almeida como colaboradores.
A atividade de colaborador e cronista na imprensa brasileira perdurou até o início do século XX. Machado de Assis criticava o sensacionalismo praticado na imprensa referente às notícias policiais e utilizava o jornal como espaço de comunicação com seus leitores como forma de encontrar as melhores soluções e sugestões para os seus textos.
E numa de suas crônicas, Machado de Assis escreveu:
“O jornal é a verdadeira forma da república do pensamento. É locomotiva intelectual, em viagem para mundos desconhecidos, é a literatura comum, universal, atualmente democrática, reproduzida todos os dias, levando em si a frescura das idéias e fogo das condições.”
“O jornal é a liberdade, é o povo, é a consciência, é a esperança, é o trabalho, é a civilização.”
| Autores: Fernando Rebouças Categorias: Literatura | Escritores | Gêneros Literários | |
![]() | Data: 25/09/2008 |



