Crisoterapia

A crisoterapia consiste na utilização de ouro ou os sais desse mineral no tratamento curativo ou paliativo de seres humanos.

Há muito tempo o ouro tem sido utilizado no tratamento de diversas desordens, sendo que os primeiros relatos datam de 1500 a.C. Os alquimistas possuíam o “ouro potável” conhecido, na época, como o elixir da vida que, supostamente, apresentava muitas propriedades curativas. Nos dias atuais, os sais de ouro são pouco utilizados como alternativa terapêutica. Eles apresentam certo benefício no tratamento de artrite reumatoide e alguns distúrbios cutâneos como, por exemplo, o lúpus discoide. Outro uso terapêutico do ouro, mais especificamente o coloidal radioativo, é na gestão do câncer.

Embora já tenham sido realizados diversos estudos do uso de crisoterapia, especialmente no tratamento da artrite reumatoide, nunca foi realizado um estudo utilizando grupo controle adequadamente, o que leva ao comprometimento dos resultados obtidos. Sabe-se que esta terapia não leva a resultados milagrosos, como foi atribuído no passado, porém é benéfico para muitos pacientes.

As desvantagens observadas com o uso da crisoterapia incluem:

  • Recaída após a suspensão do tratamento;
  • Toxicidade.

Normalmente, o ouro é  administrado por via intramuscular, associado a uma suspensão aquosa ou oleosa. Lentamente, esse ouro é absorvido pelo organismo, alcançando a corrente sanguínea, sendo, portanto, distribuído para todos os tecidos moles do corpo, locais onde o ouro fica depositado durante longos períodos. Aproximadamente 80% do ouro são fixados nos tecidos durante muito tempo, enquanto 20% são rapidamente eliminados do organismo junto com as fezes e a urina.

Fontes:
http://es.wikipedia.org/wiki/Crisoterapia

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