Excesso ou falta de fome, o que é melhor?
No organismo ocorrem várias funções vitais, dentre elas está o sensor de fome e saciedade. Estes dois sensores se encontram no hipotálamo, um deles é responsável pela fome e o outro é responsável pela inibição da fome, gerando saciedade, este é conhecido como centro da saciedade.
A quantidade de nutrientes necessários para cada pessoa varia de acordo com suas próprias características, influenciada por fatores genéticos, hormonais e metabólicas, além do sexo, idade, nível de atividade física e outros.
Devido a todas essas características particulares sobre as necessidades alimentares de cada pessoa, para alcançar ganho ou perca de peso, é preciso o acompanhamento de um profissional da área, nesse caso, nutricionista, para que seja calculado um cardápio individualizado para seu organismo. O valor calórico e a quantidade de vitaminas e minerais sempre são diferentes de uma pessoa para outra, portanto, cada uma deve seguir a sua própria dieta.
É necessário ter em mente que o consumo ideal de alimentos deve ser adequado às necessidades de seu organismo, pois, tanto a falta como o excessivo no consumo alimentar geram problemas nutricionais.
A desnutrição e a obesidade são situações inversas, contudo, apresentam a mesma gravidade e conseqüências negativas para a saúde do indivíduo. A pessoa deve buscar sempre manter seu peso ideal, respeitando os limites e avisos de seu sensor de fome e de saciedade, evitando tanto o abuso como a negligência alimentar. Nenhum dos extremos é saudável, pular uma refeição ou exagerar em outra geram sérios problemas para o organismo.
Procure sempre respeitar os seus limites na hora de se alimentar, realize as refeições com calma e tempo, mastigue bem os alimentos para se sentir mais saciado, não pule uma refeição e respeite sempre seus horários e, por fim, não exagere, mas coma com moderação.
A quantidade de nutrientes necessários para cada pessoa varia de acordo com suas próprias características, influenciada por fatores genéticos, hormonais e metabólicas, além do sexo, idade, nível de atividade física e outros.
Devido a todas essas características particulares sobre as necessidades alimentares de cada pessoa, para alcançar ganho ou perca de peso, é preciso o acompanhamento de um profissional da área, nesse caso, nutricionista, para que seja calculado um cardápio individualizado para seu organismo. O valor calórico e a quantidade de vitaminas e minerais sempre são diferentes de uma pessoa para outra, portanto, cada uma deve seguir a sua própria dieta.
É necessário ter em mente que o consumo ideal de alimentos deve ser adequado às necessidades de seu organismo, pois, tanto a falta como o excessivo no consumo alimentar geram problemas nutricionais.
A desnutrição e a obesidade são situações inversas, contudo, apresentam a mesma gravidade e conseqüências negativas para a saúde do indivíduo. A pessoa deve buscar sempre manter seu peso ideal, respeitando os limites e avisos de seu sensor de fome e de saciedade, evitando tanto o abuso como a negligência alimentar. Nenhum dos extremos é saudável, pular uma refeição ou exagerar em outra geram sérios problemas para o organismo.
Procure sempre respeitar os seus limites na hora de se alimentar, realize as refeições com calma e tempo, mastigue bem os alimentos para se sentir mais saciado, não pule uma refeição e respeite sempre seus horários e, por fim, não exagere, mas coma com moderação.
| Autores: Cristiane Zoller Categorias: Nutrição | |
![]() | Data: 07/06/2008 |



