Por Paula Perin dos Santos |
Para isso, o profissional deve estar sempre se atualizando em tecnologia da informação, informática, bem como alinhar-se às necessidades do mercado (fabricantes, operadoras e prestação de serviços). A fluência no inglês é obrigatória, em função de que a maior parte do conhecimento já divulgado nesta área encontra-se nesta língua.
Um engenheiro de telecomunicações pode atuar em empresas de operação de telefonia fixa e celular, empresas prestadoras de serviços nesta área, no setor elétrico – para monitorar linha e usinas, em consultorias e entretenimento – rádio e TV. Existem também empresas, como os bancos, que também oferecem oportunidades, já que dependem das telecomunicações para realizarem suas atividades. O profissional pode também optar pelo serviço público. A Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações sempre está abrindo concursos públicos para este cargo.
O curso dura, em média, cinco anos. Para se dar bem neste ramo, é preciso ter afinidade com as Ciências Exatas, Tecnologias de Comunicação e Informação, e disposição para atualização constante. Boa parte das universidades oferece habilitação nesta área, mas em algumas o curso é oferecido como ênfase de outras engenharias. Elas procuram oferecer uma base sólida para que o profissional possa se atualizar, seja por cursos de extensão, aperfeiçoamento ou por conta própria.
Hoje, as principais oportunidades concentram-se em áreas técnicas, como as de pesquisa e desenvolvimento, na prestação de serviços e consultoria, e na implantação da TV Digital no Brasil. O salário médio inicial para um engenheiro de telecomunicações varia entre R$2 a R$4mil, de acordo com a função exercida e com o porte da empresa.
Fontes
DAHER, Valquíria. Guia Megazine de Profissões. Rio de Janeiro, Ediouro, O Globo, 2007, p. 68-9.
Internet
http://www.vestibular.brasilescola.com/guia-deprofissoes/engenharia-telecomunicacoes.htm
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