Terceiro Setor
O terceiro setor é composto por organizações não-governamentais e não-econômicas, sem fins lucrativos. No Brasil, começou a existir para complementar o que o estado não faz, viabiliza-se através de recursos da sociedade civil e do segundo setor (empresas), as ações das ong´s resultam em benefício público.
No Brasil, o terceiro setor se expandiu e se consolidou mais a partir dos fins dos anos 80, com a explosão (piora) da violência urbana no país, piora nos dados sociais, crise econômica, corrupção política e profunda queda na qualidade dos serviços públicos em destaque nos setores educacionais e de saúde.
Seja em parceria com empresas ou arrecadando verbas junto à sociedade civil, as ong´s e a população começou a se conscientizar do valor de seus impostos, do processo de irresponsabilidades governamentais desencadeadas desde a ditadura, e de que a população deveria ser mais atuante para enfrentar e superar as disparidades e abandonos sociais.
Neste período surgiram movimentos e projetos que logo se tornaram em ong´s e implemento das mesmas, como por exemplo o “Viva-Rio” e o “AfroReggae de José Jr., que visam planejar e focar projetos a favor do equilíbrio social, educação e ocupação, análises sociais realistas e uma consciência mais clara das realidades brasileiras.
Nestes projetos o planejamento participativo proporciona o diálogo e o entendimento entre as partes sociais envolvidas. O direito a fala faz o indivíduo se sentir participativo, seja o planejador, o executor e o beneficiado do projeto.
No Brasil, o terceiro setor se expandiu e se consolidou mais a partir dos fins dos anos 80, com a explosão (piora) da violência urbana no país, piora nos dados sociais, crise econômica, corrupção política e profunda queda na qualidade dos serviços públicos em destaque nos setores educacionais e de saúde.
Seja em parceria com empresas ou arrecadando verbas junto à sociedade civil, as ong´s e a população começou a se conscientizar do valor de seus impostos, do processo de irresponsabilidades governamentais desencadeadas desde a ditadura, e de que a população deveria ser mais atuante para enfrentar e superar as disparidades e abandonos sociais.
Neste período surgiram movimentos e projetos que logo se tornaram em ong´s e implemento das mesmas, como por exemplo o “Viva-Rio” e o “AfroReggae de José Jr., que visam planejar e focar projetos a favor do equilíbrio social, educação e ocupação, análises sociais realistas e uma consciência mais clara das realidades brasileiras.
Nestes projetos o planejamento participativo proporciona o diálogo e o entendimento entre as partes sociais envolvidas. O direito a fala faz o indivíduo se sentir participativo, seja o planejador, o executor e o beneficiado do projeto.
| Autores: Fernando Rebouças Categorias: Economia | Sociedade | |
![]() | Data: 26/06/2008 |


