Bolsa de Valores

Por Edson Canal Girardi
Aprenda a investir na bolsa de valores!

Compreende-se Bolsa de Valores como sendo uma corporação ou organização mutua que providenciam facilidades para a negociação de títulos (ações) de empresas de capital aberto – estas cujo capital, ou parte, é formado por ações, eu são vendidas livremente ao publico. Também são comercializados seguros e outros instrumentos financeiros e capitais, como o pagamento de rendas e dividendos. Para estar possibilitado para comprar ou vender neste mercado, a pessoa deverá estar representada lá por uma corretora, que são autorizadas a funcionar pelo Banco Central e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), sendo as únicas instituições autorizadas a negociar em uma Bolsa (assim é na BOVESPA).

No Século XI, na França, os courratiers de change eram as pessoas responsáveis por regulamentar os débitos dos camponeses junto aos bancos. Assim, eles podem ser considerados os primeiros corretores da história. Na metade do Século XIII, banqueiros venezianos começaram comercializar seguros governamentais.

Como propósito das negociações da Bolsa, podemos citar:

- Aumento do capital para investimento (por parte das empresas);
- Mobilização de economias para investimento (por parte dos investidores);
- Facilitação do crescimento das companhias;
- Redistribuição da riqueza;
- Criação de oportunidades de investimento para pequenos investidores;
- Ser um indicador da saúde da economia - se os negócios estiverem bem, com preços altos das ações, a economia vai bem, e vice-versa.

Para iniciarmos o investimento em ações, devemos primeiramente procurar uma corretora; esta, por sua vez, nos indicara opções de compra e, para concretizá-la, adquire a ação na BOVESPA; o comprador paga à corretora e esta credita as ações adquiridas pelo investidor em sua conta de custódia. Há também a opção de formação de clubes de investimento, quando um grupo de pessoas físicas se unem e procuram uma corretora para investir em conjunto.

O investidor de uma Bolsa de Valores deve saber que os melhores investimentos são a médio e longo prazo, quando quedas no preço de suas ações podem ser revertidas. É aconselhável que ele não dependa do recurso aplicado em ações para gastos imediatos e que tenha um horizonte de investimento de médios e longos prazos.