Massoterapia

Por Ana Lucia Santana
A massoterapia é um meio ancestral de alcançar a cura e o resgate do bem-estar através de movimentos que se valem de toques com as mãos, os quais exercem sobre o corpo intensidade, fricções e pressões necessárias para propiciar relaxamento, alívio das tensões cotidianas, uma melhor circulação do sangue e das substâncias linfáticas, a oxigenação dos tecidos orgânicos e o resgate das energias perdidas.

Ela lança mão de recursos holísticos provenientes tanto do Ocidente quanto do Oriente, e está presente nas civilizações mais antigas, há milhares de anos. Esta técnica é portadora de imensos benefícios terapêuticos, estéticos, psíquicos e é salutar para aqueles que praticam exercícios. Ela também pode contribuir para um melhor relacionamento do homem com seu corpo, na conquista de uma percepção maior da respiração e para uma consciência corporal cada vez mais intensa.

Os massoterapeutas são normalmente submetidos a uma formação rigorosa, mas é importante sempre buscar referências na procura destes profissionais e de clínicas especializadas. A opção pela melhor modalidade de massagem está essencialmente ligada ao distúrbio a ser eliminado, bem como à personalidade do paciente. Isto porque ela age profundamente não só sobre a epiderme, mas principalmente sobre músculos, tendões, ligamentos, e até mesmo em alguns órgãos do corpo.

Assim, a massoterapia produz sensações de intenso prazer e bem-estar, mas também pode provocar vantagens a longo prazo, se for realizado um tratamento mais prolongado. Portanto, se o paciente se submeter a sessões regulares e constantes de massagens, pode obter fortalecimento e vigor em todo o organismo, o que o leva a se precaver de lesões e torções violentas. Além disso, esta técnica harmoniza o sistema nervoso ou o excita, conforme for a necessidade da pessoa atendida. De qualquer forma, ela diminui o cansaço, devolvendo ao indivíduo a vitalidade dispersa. Assim, ela atua nos planos físico, mental e espiritual.

Vestígios do uso da massagem vêm sendo encontrados nas pinturas realizadas em muros, nos túmulos, inscritas em cerâmicas, xilogravuras e desenhos ancestrais. Estas marcas temporais fixaram para a posteridade a utilização destas técnicas na China, no Japão, Egito e Pérsia – atual Irã. Transpostas para o mundo ocidental, elas são registradas nas medicinas da Grécia e de Roma. Ao longo da era medieval não se percebe sua presença, mas a partir do século XVI ela é resgatada por Ambroise Paré, médico francês.

Seu uso também é recomendado, hoje, na cura de diversas doenças, tanto orgânicas quanto psíquicas. Já foram comprovadas melhorias no ritmo cardíaco, diminuição da pressão sanguínea, alívio das dores crônicas, restituição dos movimentos normais da articulação, entre outras vantagens da massoterapia.

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