| Por Marina Martinez |
Uma simples cortina movendo-se ou qualquer movimento que esteja fora do foco de visão pode criar uma forte ilusão aos espectrofóbicos de que se trata de um fantasma. O pânico e o pavor sentidos por eles são imensos e muitos chegam a desmaiar. Sintomas como taquicardia, sudorese, calafrios, tremedeira, boca seca, náusea, dor no estômago, dificuldade para articular palavras ou frases, são os mais comuns, porém, variam de indivíduo para indivíduo. Qualquer barulho que soe estranho, uma caneta que se mova devido à força do vento, o latido dos cães em direções onde não há nada, é motivo para o espectrofóbicos terem um ataque de pânico.
É normal ouvir relatos de pessoas sentirem medo de espíritos, visto que grande parte da população acredita que eles existem. Porém os espectrofóbicos sentem medo ao ponto de prejudicarem suas vidas. Muitos deles não suportam ficar sozinhos, pois acreditam que estão vulneráveis ao ataque de espíritos, principalmente à noite. Este tipo de fobia específica é muito comum em adolescentes.
O tratamento deste distúrbio é baseado em psicoterapia, onde o paciente terá todas as ferramentas para lidar com seu problema. Aprenderá técnicas de auto-ajuda para amenizar e controlar os sintomas da fobia, como técnicas de relaxamento e controle de respiração. Sessões de hipnoses também tem tido resultados satisfatórios. O médico psiquiatra poderá ainda receitar aos pacientes medicamentos para controle da ansiedade (ansiolíticos).
Referências Bibliográficas:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Espectrofobia
http://saude.hsw.uol.com.br/30-fobias-e-suas-definicoes.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fantasma
http://pessoas.hsw.uol.com.br/fantasma1.htm
http://www.orgone.com.br/a_fobias.html
http://me414.wordpress.com/2010/01/22/they-see-dead-people/
| Data de publicação: Categorias: Psicologia |
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