Universidades devem se adaptar para sobreviver após a COVID-19, insistiram especialistas globais em painel da Economist Intelligence Unit, patrocinado pela Fundação Catar

04/05/2020 - 23h02 - Por PRNewswire

DOHA, Catar e WASHINGTON e ATLANTA e LONDRES, 4 de maio de 2020 /PRNewswire/ -- Os estudantes terão o poder de levar à falência as universidades que não atenderem suas expectativas, em um mundo pós-COVID-19, advertiu um pedagogo dos EUA no lançamento de um novo e importante relatório de uma pesquisa sobre o futuro do ensino superior, encomendado pela Fundação Catar (QF – Qatar Foundation).

O relatório "Novas escolas de pensamento: modelos inovadores para oferecer ensino superior" ("New schools of thought: Innovative models for delivering higher education"), produzido pela Economist Intelligence Unit (EIU), descreveu como as instituições de ensino superior precisam se adaptar para sobreviver, porque elas enfrentam redução de fundos, questionamentos sobre seu valor e os desafios que a tecnologia e a automação apresentam.

Quando o relatório foi lançado hoje, a discussão do painel da EIU, patrocinando pela Fundação Catar, teve especialistas em educação de três continentes, que exploraram suas descobertas e compartilharam suas visões sobre o futuro do ensino superior, com o fundador, presidente do Conselho e presidente-executivo da Minerva Schools do Keck Graduate Institute, Ben Nelson, dizendo: "Os estudantes têm uma extraordinária responsabilidade neste ano, porque, pela primeira vez na memória contemporânea, eles têm a capacidade de levar as instituições à falência".

"Eles podem optar por sair de uma maneira que nunca puderam fazer antes – isto é, optar por sair da universidade por um ano pode, literalmente, fechar uma instituição. Pela primeira vez, o papel do estudante é o de parceiro determinante – ou determinar o que as universidades deveriam estar fazendo e quais delas devem ter o direito de servi-los daqui para a frente".

"Quando as sociedades e estudantes estão interagindo com instituições e não estão obtendo aquilo pelo que pagaram, haverá um ajuste de contas".

A presidente do Spelman College, Dra. Mary Schmidt Campbell, disse ao painel de discussão que parcerias acadêmicas são "extremamente importantes em dias como estes", acrescentando: "As instituições devem parar de ser tão preciosas, compartimentalizadas e isoladas".

"Todos se beneficiam da colaboração, mas é necessária uma mentalidade bem diferente da que temos agora. Se retrocedemos para o modo de marketing e concorrência, não vamos chegar a lugar algum".

O consultor de educação da Fundação Catar, Francisco Marmolejo, disse que as instituições de ensino superior precisam "desafiar suas suposições". Ele explicou: "A não ser que façamos isso, que mudemos as coisas e queiramos assumir riscos, tão logo as condições voltem mais ou menos ao normal, poderemos tentar ser a mesma coisa que éramos antes. Essa crise está nos dizendo que não podemos mais nos dar ao luxo de assumir que as coisas serão como antes".

O relatório "Novas escolas de pensamento: modelos inovadores para oferecer ensino superior" ("New schools of thought: Innovative models for delivering higher education") pode ser baixado aqui.

Uma gravação da discussão está disponível aqui.

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A Fundação Catar para Desenvolvimento da Educação, Ciência e Comunidade (QF – Qatar Foundation) é uma organização sem fins lucrativos, que dá suporte ao Catar em sua jornada para se tornar uma economia diversificada e sustentável. A Fundação Catar se esforça para servir o povo de Catar e mais que isso, por fornecer programas especializados através de seu ecossistema, focado em inovação, de educação, pesquisa e desenvolvimento, bem como de desenvolvimento comunitário.

A Fundação Catar foi fundada em 1995 por Sua Alteza o Xeique Hamad bin Khalifa Al Thani, o Pai Amir, e Sua Alteza a Xeica Moza bint Nasser, que compartilharam a visão de garantir ao Catar um ensino de qualidade. Hoje, o sistema de ensino de classe mundial da Fundação Catar oferece oportunidades de aprendizado vitalício a membros da comunidade, desde os de seis meses de idade até o nível de doutorado, possibilitando aos formandos prosperar em um ambiente global e contribuir com o desenvolvimento da nação.

A Fundação Catar também está criando um centro de inovação multidisciplinar no Catar, onde pesquisadores naturais da região estão trabalhando para lidar com dificuldades locais e globais. Ao promover a cultura de aprendizado vitalício e fomentar o engajamento social, através de programas que incorporam a cultura do Catar, a Fundação Catar assumiu o compromisso de empoderar a comunidade local e contribuir para um mundo melhor para todos.

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FONTE Qatar Foundation