Modelos organizacionais para empresas

De acordo coma autora Cleuza Cesca, as organizações possuem vários modelos de estrutura, alguns deles são: Tamanho (pequenas, médias e grandes), volume de negócios, finalidades e âmbitos (nacionais e multinacionais), segundo ramos de atividades e características da propriedade (públicas, privadas, sem fins lucrativos, de economia mista); e ainda, uma outra forma de definir sua estruturação é referente a capacidade produtora e distribuidora de bens, prestadora de serviços, proteção social, governamental, e assistencial.

Além das características acima, as empresas podem ter um caráter de propriedade individual, cooperativada, associativa, sociedade anônima, ou ainda os holdings (quando há combinação entre sociedades anônimas). Com uma base estabelecida em alguma dessas estruturas, passa a apresentar também, características de uma estrutura tradicional com hierarquia estabelecida, ou inovativa, apresentando uma organização diferente, quando a comunicação é feita de modo descentralizado, sem o controle direto da liderança da organização, por exemplo a diretoria.

O fato de uma comunicação ser definida como informal não a torna desorganizada, pelo contrário, ao investigar as relações pessoais entre os membros do grupo durante uma confraternização ou evento, por exemplo, o profissional pode medir o grau de satisfação ou não da equipe, ou ainda definir novas estratégias ou promover iniciativas de fortalecer os pontos positivos e reparar os negativos das percepções das pessoas, a partir do momento que são ouvidas.

Algumas inovações decorrentes desse processo de investigação tornaram-se sólidas no ambiente corporativo, por exemplo a utilização do celular a serviço da empresa. Embora a liberdade de uso do aparelho possa dar chance a prejuízo devido a algum colaborador que não saiba fazer o uso de forma consciente, certamente que a maioria das organizações atualmente recorrem a este recurso para agilizar a rotina do trabalho e aumentar a produtividade. Isso indica a compensação por parte das empresas de experimentarem ferramentas informais e consolidarem práticas comprovadamente facilitadoras ou econômicas (dinheiro, tempo, ou espaço).

A organização de um ambiente ou grupo de pessoas não é um sistema fechado. As empresas se organizam com foco tanto para o público externo (pesquisas de mercado, perfil do consumidor, lançamento de produto, indicativos de consumo, etc) quanto interno (administração da empresa, reunião de campanhas, novas contratações, capacitação de funcionários, etc), e faz parte do sucesso em suas atividades, a constante observação de reflexão de seus recursos permanecendo o apresenta resultados satisfatórios e modificando o que tem apresentado prejuízo.

Bibliografia:
CESCA, Cleusa Gertrudes Gimenes, Comunicação dirigida escrita na empresa: teoria e prática. São Paulo: Summus, 1995.

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