Andrômeda (Galáxia)

Formadas por muitas estrelas, poeira cósmica e outros objetos que interagem gravitacionalmente, as Galáxias são agrupamentos desses corpos no universo. A Galáxia de Andrômeda possui formato espiral e sua localização é de 2,54 milhões de anos-luz do Planeta Terra, sua posição é próxima da Constelação de Andrômeda. Segundos pesquisadores e cientistas, é tida como a mais próxima da Via Láctea.

É assim chamada, de Andrômeda, devido a proximidade da Constelação de Andrômeda, cujo termo é oriundo da Princesa da mitologia Andrômeda, filha de Cefeu (Rei da Etiópia e da Cassiopéia). Sua extensão é a maior de todas as outras galáxias do chamado Grupo Local (composto pela Galáxia do Triângulo, Via Láctea e mais 30 de pequena dimensão). A massa da Galáxia de Andrômeda é praticamente a mesma da nossa, possuindo  7.1×1011  massas solares (massa solar = massa do nosso Sol, o que equivale a 332.946 Terras).

É um dos astros mais brilhantes e chamativos, com uma magnitude aparente de 3,4, registrado pelo astrônomo francês Charles Messier. Possui ainda de 180 a 220 mil anos-luz de diâmetro. Dentre as principais características, podemos citar que seu corpo celeste é muito estudado e possibilita enormes descobertas científicas, como a estrutura espiral e os conglomerados abertos, a matéria interestelar, o núcleo galáctico, a poeira interestelar entre outras formas impossíveis de serem detectadas na nossa Galáxia.

A Galáxia de Andrômeda foi catalogada como M31 no catálogo Messier, e no NGC 224 (Novo Catálogo Geral), em Outubro do ano de 1786, por John Herschel.

Com um diâmetro de 250 mil anos-luz, tem o dobro do tamanho da Via Láctea.

Muitos estudiosos relatam que a Galáxia de Andrômeda terá seu fim próximo, pois com o passar dos anos a Via Láctea e a Galáxia de Andrômeda se aproximam e possivelmente, entrarão em rota de colisão. Esta previsão é prevista para acontecer na mesma época do fim do Sol, em aproximadamente 4 bilhões de anos.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gal%C3%A1xia_de_Andr%C3%B4meda
http://www.observatorio.ufmg.br/dicas11.htm
Foto: http://messier.seds.org/m/m031.html

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