Camuflagem e Mimetismo

Por Lucas Martins

Camuflagem

Alguns animais podem ter a capacidade de se camuflarem com o meio em que vivem para tirar alguma vantagem. A camuflagem pode ser útil tanto ao predador, quando deseja atacar uma presa sem que esta o veja, ou para a presa, que pode se esconder mais facilmente de seu predador.

Existem dois tipos de camuflagem, a Homocromia, onde o animal tem a cor é a mesma do meio onde vive, e a Homotipia, onde o animal tem a forma de objetos que compôe o meio.

Homocromia

Como exemplo, podemos citar os ursos polares, que têm o pêlo branco que confunde-se com a neve.

Homotipia

O bicho-pau, que tem forma de graveto e fica em árvores que têm galhos semelhantes à forma de seu corpo.

Bicho-pau. Foto: Wikimedia Commons / Creative Commons Attribution-Share Alike 3.0 Unported license.

Bicho-pau. Foto ²: Wikimedia Commons / Creative Commons Attribution-Share Alike 3.0 Unported license.

Mimetismo

Semelhante à camuflagem, só que ao invés de se parecerem com o meio, os animais que praticam o mimetismo tentam se parecer com outros animais, com intuito de parecer quem não é.

Mimetismo de Defesa

Batesiano

Os animais tentam se parecer com outros de espécies diferentes que têm gosto ruim ou são venenosos. Como exemplo, algumas abelhas têm desenhos parecidos com corujas em suas asas. A cobra falsa-coral não possui veneno (na verdade, possui, mas raramente consegue utilizá-lo em razão da pequena abertura de sua boca), por isso tenta parecer-se com a coral verdadeira.

Mulleriano

Os animais se assemelham a outros animais que têm gosto ruim, e por isso seus predadores não os atacam.

Mimetismo de ataque

Peckhaminano: os animais se misturam a outros parecidos, para se aproximar da presa. Exemplo: bútio, se aproxima do bando de outras aves para se aproximar da presa.

Fontes:
http://www.ich.pucminas.br/pged/db/wq/cb/2007-1/2-4/fontes.htm
Foto ²: Wikimedia Commons / Creative Commons 3.0