Dimorfismo Sexual

Por Débora Carvalho Meldau
Dimorfismo sexual em leões. O macho possui juba. Foto: Dennis Donohue / Shutterstock.com

Dimorfismo sexual em leões. O macho possui juba. Foto: Dennis Donohue / Shutterstock.com

Segundo a biologia, dimorfismo sexual é quando há a ocorrência de indivíduos do sexo masculino e feminino de uma espécie com caracteres físicos, não sexuais, marcadamente distintas. Esta alteração pode estar presente em todos os grupos de seres vivos, como plantas e animais, que apresentam espécies com seres unissexuais (quando há a presença de apenas um sexo no indivíduo).

Essa diferença tem como função, por exemplo, fornecer ao indivíduo caracteres para lutar por um(a) parceiro(a), ou então, impressioná-lo(a). Já na maioria das plantas, essa distinção é apenas funcional. Pode ser citado como um exemplo de dimorfismo sexual no reino animal o leão, que no macho há a presença de uma farta juba, que se encontra ausente nas fêmeas. Outro exemplo é o pavão, que nos machos há a presença de uma enorme cauda colorida e quando há o cortejo da fêmea, ele exibe-a para tentar impressioná-la. Deste modo, ocorre em muitas outras espécies de aves.

Nos seres humanos ocorre dimorfismo sexual de várias formas, como nas genitálias e os órgãos internos do sistema reprodutor, presença de glândulas mamárias no sexo feminino, pêlos no rosto no rosto de indivíduos masculinos, regiões de acúmulo de gordura, padrões da musculatura, densidade óssea (a testosterona nos homens causa o aumento da densidade óssea, deixando os ossos mais resistentes), tamanho da pelve (nas mulheres a pelve é bastante larga, para possibilitar a passagem do feto na hora do parto), entre outras diferenças.

Resumidamente, o dimorfismo sexual serve para diferenciar os indivíduos de sexos distintos.

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Dimorfismo_sexual
http://www.scribd.com/doc/18365611/DIMORFISMO-SEXUAL-BONELLIA-VIRIDIS