Petra

Por Roseliane Saleme
O rastro de Petra se desvaneceu depois das cruzadas e foi o explorador suíço, Johan Ludwig Burckhardt, ao recorrer o vale do Ghor, em 1812, que voltou a pô-la no mapa devolvendo-nos parte de um patrimônio perdido. Supõe-se que a história de Petra inicia-se no ano 1200 a.C. como sede do povo edomita.

Seu esplendor máximo foi durante o período nabateu, de quando se crê que procedem essas construções escavadas na rocha. Em 63 a.C., os nabateus foram conquistados pelo general romano Pompeu, depois vieram os árabes, e finalmente, no ano de 551 de nossa era, sofreu um devastador terremoto, que veio a ser seu epílogo. De fato, Petra era uma espécie de área de serviço para as caravanas que viajavam da Arábia a Damasco, onde os nabateus cobravam pedágio dos sofridos condutores.

E então veio seu máximo apogeu. Em tempos de guerra e problemas relacionados com o tráfego comercial, a cidade sofreu um colapso econômico e social, sendo o capítulo definitivo de sua degradação as cruzadas, que converteram a rota que passava por  Wadi Musa em perigosa e insegura, e que mandou  Petra ao limbo do qual a tirou o explorador suiço.

Versão em espanhol:

O rastro de Petra se desvaneció tras las cruzadas y fue el explorador suizo, Johan Ludwig Burckhardt, al recorrer el valle del Ghor, en 1812, quien volvió a ponerla en el mapa devolviéndonos parte de un patrimonio perdido. Se supone que la historia de Petra arranca hacia el año 1200ª.C. como sede del pueblo edomita. Su máximo esplendor se produjo durante el período nabateo, de cuando se cree que proceden esas construcciones excavadas en la roca. En 63 a.C., los nabateos fueron conquistados por el general romano Pompeyo, después vinieron los árabes y, finalmente, en el año 551 de nuestra era, sufrió un devastador terremoto, que vino a ser su epílogo. De hecho, Petra era una especie de área de servicio para las caravanas que viajaban desde Arabia a Damasco, donde los nabateos cobraban el peaje a los sufridos conductores. De ahí vino su máximo apogeo. En tiempos de guerra y problemas relacionados con el tráfico comercial, la ciudad sufrió el colapso económico y social, siendo el capítulo definitivo de su degradación las cruzadas, que convirtieron la ruta que pasaba por el Wadi Musa en peligrosa e insegura, y que mandó a Petra al limbo del que la sacó el explorador suizo.