Incontinência Urinária

Incontinência urinária é quando ocorre uma pressão no interior da bexiga que ultrapassa àquela existente dentro da uretra. Em outras palavras, há um considerável aumento da pressão para urinar dentro da bexiga, ocorrendo durante o enchimento deste órgão, sendo melhor definida como a perda involuntária de urina em momento impróprios.

Esta condição é comum em pessoas idosas e, nas mulheres, aumenta a incidência após a menopausa. Acredita-se que existam aproximadamente 30 milhões de mulheres com incontinência urinária apenas nos Estados Unidos.

A incontinência pode desenvolver-se de diferentes formas: com o uso de certos medicamentos, infecções no trato urinário, constipação ou problemas de desequilíbrio hormonal, sendo que pode desaparecer após a resolução da causa subjacente, ou então, pode persistir levando à progressiva piora. Essa condição também pode ocorrer após o parto, histerectomia ou devido a outros traumas da região pélvica.

Existem diferentes tipos de incontinência urinária, sendo que as mais comuns são apenas três:

  • Bexiga hiperativa: ocorre devido a contrações irregulares do músculo detrusor na fase de armazenamento do ciclo de micção.
  • Incontinência urinária de esforço ou estresse: neste caso o escape de urina se dá em consequência de um aumento de pressão intra-abdominal, como por exemplo, no ato de tossir, espirrar, pular, rir, correr ou realizar outro ato que exija esforço físico.
  • Incontinência mista: é resultante da combinação de ambos os tipos descritos anteriormente.

Outras formas dessa condição incluem a incontinência de sobrefluxo (excesso de urina retido na bexiga que sai involuntariamente), gotejamento pós-miccional (disfunção do esfíncter) e incontinência diurna e noturna nas crianças (devido a um estado emocional ou inflamação da bexiga).

A incontinência urinária pode levar a outros problemas, como: erupções, infecções e feridas na pele, infecção do trato urinário, problemas durante o sono, diminuição da atividade social e sexual, perda da auto-estima e depressão.

O diagnóstico é feito com base no exame clínico, histórico e sintomas apresentados pelo paciente, sendo necessário investigar o início dos sinais clínicos para descartar outras patologias.

Para tratar essa condição existem diversos métodos disponíveis. O médico irá definir qual a opção mais adequada para as necessidades de cada paciente. Os diferentes tratamentos existentes são: treinamento para controle da bexiga, exercícios para tornar o músculo pélvico mais forte, medicamentos, cirurgia, utilização de aparelhos como tampão ou emplasto e roupas íntimas que retêm grade quantidade de urina.

Fontes:
http://www.copacabanarunners.net/incontinencia-urinaria.html
http://www.saudeemmovimento.com.br/conteudos/conteudo_exibe1.asp?cod_noticia=1036
http://pt.wikipedia.org/wiki/Incontinência_urinária
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?253
http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=3038&ReturnCatID=1746

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