Adoradores de Baal

O nome “Baal” tem origem hebraica e significa dono, proprietário, e apesar de não ser uma nomenclatura exclusiva do contexto religioso, é mais conhecido como referência a deuses estranhos, de povos adúlteros, que estão mencionados na bíblia.

Entre os livros do velho testamento que citam este nome como um deus estranho ou como nome de um demônio, estão: 1 e 2 Juizes, 1 e 2 Reis,  2 Cronicas, Jeremias, Oséias, Sofonias. E os feitos atribuídos aos adoradores de Baal estão altares estranhos ao Senhor, adoração a lua, adoração ao sol, furto, assassinato, loucura, juras, e sacrifícios de crianças.

Uma referencia feita no novo testamento diz “O que lhe diz porém a resposta divina? Reservei para mim sete mil homens que não dobraram os joelhos diante de Baal”(Rm 11:4).

 Os adoradores de outros deuses que não o Senhor (também chamado “Deus de Abraão, Deus de Isaque Deus de Jacó”) era praticada por antigos povos da região mesopotâmica onde cada lugar servia uma mesma divindade com nomes diferentes. Por exemplo, o rei Acabe que servia ao deus Baal-Melkart em Israel. Houve ainda o Baal-Zebube, vulgo Belzebu - "senhor das moscas" ou "senhor do esterco", citado também no Novo Testamento para se referir a um príncipe dos demônios.

Igrejas cristãs de vários ministérios recebem criticas, às vezes, por mencionar durante os cultos a Deus, algum clamor, ou fazer oração de libertação. Não raro, há indivíduos que não frequentam alguma congregação cristã ou não lêem a bíblia e estranham estas práticas, entretanto, parecem desconhecer as várias manifestações de violência, doença, morte por motivo fútil, miséria, agressão, violência domestica, etc que continuam a surgir nos dias atuais, a todo o momento. Há quem simplesmente atribui (injustamente) tais ocorrências ao Deus cristão. Dessa forma, por exemplo ao assistirem uma notícia jornalística violenta exclamam: “Porque isso Deus?” ou “Será que Deus não vê isso?” ou blasfema sem perceber pensando que Deus quis assim, ou que para a vítima era uma espécie de destino ou sina.

O objetivo deste artigo está muito longe de enaltecer qualquer nome que não seja o de Deus, ou de convencer alguém sobre a grave interferência demoníaca que pode ocorrer na vida daqueles que não estão sobre o cuidado e a proteção de Deus.

Ocorre que no entendimento cristão, Deus é bom, justo, Pai de amor, que tem misericórdia e é tardio em irar-se, disciplina a quem ama; e não leva em conta o tempo da ignorância, cuidando daqueles que ainda não conhecem a Sua palavra mas que tem um coração segundo os Seus princípios. E as pessoas em geral são criaturas livres para escolherem ao Deus (ou deus) que crêem e querem servir. E é neste ponto que há uma espécie de separação entre os Filhos de Deus e os filhos das trevas. Uma referencia a este entendimento está no livro de 1 João, pouco antes do livro de Apocalipse.

Deus de Israel, o “Deus de Jesus Cristo” é o primeiro a ficar triste com os sofrimentos da humanidade, e é o maior interessado em trazer salvação para as almas, num mundo de Paz. Foi justamente por isso que enviou seu filho Jesus na terra para trazer a Paz, pregar o evangelho da salvação.

Não obstante as críticas, as igrejas cristãs continuarão clamando, pregando a boa nova, fazendo a obra, seguindo a orientação de Jesus para irem e pregarem o evangelho a toda a criatura, orando por cura e libertação, entre outros, até que Jesus volte para buscá-los.

Bibliografia:
A Bíblia da Mulher: leitura, devocional, e estudo. 2 ed, Barueri SP: sociedade Bíblica do Brasil 2009.
Bíblia sagrada. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil 2 ed Barueri SP, Sociedade Bíblica do Brasil, 1988, 1993.

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