Cometa

Por Caroline Faria
Sabe quando o céu está estrelado e você de repente enxerga uma estrela que parece que está caindo do céu? Esta estrela caída é um cometa. Eles existem desde que o universo se formou e viajam por aí a grandes velocidades. Em uma das teorias sobre ao surgimento da vida na terra, acredita-se que tenha sido um cometa que trouxe a vida para cá (o que faria de nós parentes distantes de microorganismos alienígenas...).

Mas, especulações à parte, o que se sabe sobre o cometas é que eles são pequenos corpos celestes (se comparados a planetas, estrelas, etc.), frágeis e irregulares compostos por material congelado.

Os cometas são estruturas muito dinâmicas e embora possamos generalizar suas características para fins explicativos, sempre haverá exceções. Por exemplo, os cometas geralmente têm um diâmetro de cerca de 10 km, no entanto, o cometa Hale-Bopp, descoberto em julho de 1995, possui 40 km de diâmetro. Bem maior que a média.

Então, no geral, os cometas são formados por um núcleo de gelo e uma espécie de nuvem em volta do núcleo chamada coma. Estas duas partes formam a cabeça do cometa. A cauda é dividida em três partes, um que fica bem no centro, logo atrás do cometa, e outras duas que ficam um pouco deslocadas para os lados do cometa. O rastro do meio é chamado de “envelope de hidrogênio”, porque é constituído do hidrogênio liberado do núcleo do cometa quando este se aproxima mais do sol. Os outros dois rastros são os íons e partículas de pó que também escapam do núcleo do cometa. As partículas de pó são mais densas que os íons, portanto elas formam um rastro um pouco curvado. Já o rastro dos íons é uma reta, geralmente diagonal a trajetória do cometa em sentido oposto.

Quando estão suficientemente longe do sol, os cometas não desenvolvem essa cauda, nem o coma e são apenas pedaços de gelo chamados de “icebergs sujos” ou “bola de gelo sujo”.

Alguns cometas famosos: cometa Kohoutek, cometa Hyakutake, cometa Mueller, cometa West, Cometa Hale-Bopp e Cometa Halley.