Febre Tifóide
A febre tifóide é uma doença infecciosa que ocasionalmente pode levar à morte, é causada por uma bactéria denominada Salmonella typhi (também conhecida como bacilo de Elberth, nome dado em homenagem a Karl Joseph Elberth, primeiro cientista a descrever esta bactéria). A Salmonella typhi pertence à família Enterobacteriaceae.
Em países ricos esta doença é menos freqüente e somente ocorrem surtos ocasionais. Geralmente este distúrbio está associado a populações de baixa renda desprovidas de saneamento, ou sem condições adequadas de saneamento básico. A falta de higiene pessoal é outro fator que deve ser levado em consideração.
O contágio acontece em todo o mundo, e, no Brasil, ocorre com mais freqüência nas regiões norte e nordeste. Quando não tratada este tipo de febre leva à morte (cerca de 15% das pessoas infectadas), visto que a bactéria chega à circulação sangüínea provocando septicemia (contaminação geral do sangue) e, finalmente óbito. A transmissão é feita, na maioria dos casos, através do consumo de água e alimentos contaminados. O contágio também pode se dar através do contato direto com as mãos sujas de fezes, por exemplo (contágio oral-fecal).
Durante o período de incubação, que dura de 10 a 15 dias (média), a maioria dos doentes não apresenta sintomas, só depois começam a surgir os primeiros sinais. São eles: dor de cabeça, falta de apetite, tosse, febre elevada, manchas rosadas no tronco do corpo. Nos estágios mais avançados surgem outros sintomas, tais como: sangramento do nariz, bradicardia (diminuição do número de contrações do músculo cardíaco), aumento do fígado e delírios.
O diagnóstico é feito através da análise das fezes, da urina ou da medula óssea, por um teste que evidência a presença de anticorpos contra a salmonela.
O tratamento é feito com antibióticos específicos (clorafenicol é a droga mais usada) e reidratação. Nos casos moderados o tratamento pode ser feito em casa. Já os pacientes cujos casos são mais graves devem ser hospitalizados para que sejam hidratados e recebam a administração venosa de antibióticos.
Para prevenir a febre tifóide são necessários alguns procedimentos como proteção e clorificação da água, fiscalização da produção e distribuição de alimentos (já que o cheiro e o sabor dos alimentos contaminados não são alterados), vacinação das pessoas sujeitas ao contágio, combate às moscas e fervura e pasteurização do leite. As autoridades sanitárias devem ser notificadas para que possam evitar que a doença se alastre.
Em países ricos esta doença é menos freqüente e somente ocorrem surtos ocasionais. Geralmente este distúrbio está associado a populações de baixa renda desprovidas de saneamento, ou sem condições adequadas de saneamento básico. A falta de higiene pessoal é outro fator que deve ser levado em consideração.
O contágio acontece em todo o mundo, e, no Brasil, ocorre com mais freqüência nas regiões norte e nordeste. Quando não tratada este tipo de febre leva à morte (cerca de 15% das pessoas infectadas), visto que a bactéria chega à circulação sangüínea provocando septicemia (contaminação geral do sangue) e, finalmente óbito. A transmissão é feita, na maioria dos casos, através do consumo de água e alimentos contaminados. O contágio também pode se dar através do contato direto com as mãos sujas de fezes, por exemplo (contágio oral-fecal).
Durante o período de incubação, que dura de 10 a 15 dias (média), a maioria dos doentes não apresenta sintomas, só depois começam a surgir os primeiros sinais. São eles: dor de cabeça, falta de apetite, tosse, febre elevada, manchas rosadas no tronco do corpo. Nos estágios mais avançados surgem outros sintomas, tais como: sangramento do nariz, bradicardia (diminuição do número de contrações do músculo cardíaco), aumento do fígado e delírios.
O diagnóstico é feito através da análise das fezes, da urina ou da medula óssea, por um teste que evidência a presença de anticorpos contra a salmonela.
O tratamento é feito com antibióticos específicos (clorafenicol é a droga mais usada) e reidratação. Nos casos moderados o tratamento pode ser feito em casa. Já os pacientes cujos casos são mais graves devem ser hospitalizados para que sejam hidratados e recebam a administração venosa de antibióticos.
Para prevenir a febre tifóide são necessários alguns procedimentos como proteção e clorificação da água, fiscalização da produção e distribuição de alimentos (já que o cheiro e o sabor dos alimentos contaminados não são alterados), vacinação das pessoas sujeitas ao contágio, combate às moscas e fervura e pasteurização do leite. As autoridades sanitárias devem ser notificadas para que possam evitar que a doença se alastre.
| Autores: Thais Pacievitch Categorias: Doenças | ||
![]() | Data: 06/04/2008 | Avaliação: ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() |



