| Por Thais Pacievitch |
Dos momentos marcantes de sua história, vale destacar sua atuação após o Golpe Militar de 1964, chegando a atuar na “ilegalidade”, quando o regime militar retirou sua representatividade. Na história recente, a UNE participou ativamente das manifestações pró-impeachment do presidente Fernando Collor de Mello, em 1992, em um movimento que mobilizou milhares de estudantes que ficaram conhecidos como “caras-pintadas”.
Atualmente, as linhas de atuação da UNE, segundo divulga a própria instituição, são as seguintes:
- Reforma Universitária;
- Regulamentação das mensalidades;
- Luta contra a mercantilização do ensino;
- “A Amazônia é do Brasil” – Campanha em defesa do patrimônio territorial;
- Liberdade do conhecimento:
- Software Livre Já;
- Relações Internacionais: integração Latino-americana e combate ao imperialismo;
- Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS);
- Bienais de Arte, Ciência e Cultura;
- Novo Projeto Rondon;
- GLBTT e combate ao racismo;
- Circuito Universitário de Cultura e Arte (CUCA);
- Participação no Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CNDES) e no Conselho Nacional de juventude (CONJUV).
Os recursos financeiros da UNE advém, principalmente, das contribuições dos estudantes ao adquirirem a carteirinha de estudante, que lhes dá o direito a meia-entrada.
Os estudantes podem participar da UNE de diferentes formas: por meio dos Diretórios Centrais dos Estudantes (DCEs), Centros Acadêmicos, participando de debates, fóruns, passeatas, manifestações, etc. Qualquer estudante pode ser candidato a diretoria da UNE, e montar uma chapa para participar do Congresso da UNE, que ocorre a cada dois anos. Durante o Congresso, é realizada a eleição para a diretoria da UNE, que ocorre de forma congressual.
Referência:
UNE. Portal EstudanteNet. Disponível em: <http://www.une.org.br/> Acesso em: 14 jan. 2010.
| Data de publicação: Categorias: Educação |
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