Por Marilia Araujo |
Sendo que esses elementos podem ainda ser de dois tipos: células crivadas ou elementos do tubo crivado. Curiosamente recebem essa denominação pela semelhança que o aglomerado de poros em sua estrutura tem com um “crivo”. É por esses poros que se faz possível conectar protoplastos de células vizinhas (ou companheiras, como na figura ao lado). Algumas denominações (nomenclaturas) serão detalhadas a seguir:
- Áreas crivadas: são áreas com aglomerados porulares.
- Placas crivadas: são áreas crivadas com poros maiores que o comum, situadas nos elementos de tubo crivado.
- Tubos crivados: são séries contínuas formadas longitudinalmente graças à união das porções terminais dos elementos de tubo crivado.
A célula crivada é bem menos especializada que o elemento de tubo crivado, apenas conduz substâncias orgânicas nas gimnospermas.
Existe uma substância que merece destaque: a calose. Esta substância é um polissacarídio que reveste ou preenche os poros das áreas e das placas crivadas. Ela é consequência, na maioria das vezes, de algum tipo de injúria que o vegetal sofra, por este motivo é também chamada de calose de injúria. Ocorre também, o depósito da calose em áreas crivadas e em placas crivadas que estão envelhecendo, e nesse caso então são conhecidas como calose definitiva.
O floema pode ser facilmente identificado, por exemplo, nos vegetais que apresentam um crescimento lateralizado (ou secundário) já que é a própria casca que recobre o caule desta planta.
Fontes:
http://www.biologiact4.blogs.sapo.pt
http://www.curlygirl.no.sapo.pt
http://pt.wikipedia.org/wiki/Floema
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