Plano Marshall
O Plano Marshall foi o programa estadunidense de ajuda financeira para a reconstrução dos países europeus devastados durante a segunda Guerra Mundial. Seu nome original era Programa de Reconstrução Européia (European Recovery Program), mas ficou conhecido com o atual nome em função do promotor do plano: George Catlett Marshall.
Depois da guerra, a produção agrícola e carbonífera européia era quase inexistente, os europeus não tinham dinheiro para comprar as matérias primas e as máquinas dos EUA necessárias para reconstruir suas agonizantes economias. Os EUA reagiram a esta situação por 4 razões: a Europa tinha sido seu maior e principal mercado e, sem uma Europa próspera, os EUA sofreriam profunda depressão econômica. Em segundo lugar, sem a ajuda do Plano Marshall, a Europa ocidental poderia pender para o comunismo, fato que ameaçava a segurança norte-americana. Em terceiro lugar, a Europa ocidental parecia estar disposta a deixar-se influenciar pela URSS. (potência que os americanos já começavam a ter como principal rival no planeta). A quarta razão era que a Alemanha ocidental, que historicamente tinha sido o eixo industrial do continente, tinha de ser o país onde cessaria a expansão soviética.
Em junho de 1.947, Marshall anunciou que se a Europa esboçava um programa de reconstrução a longo prazo, os EUA estariam dispostos a fornecer os recursos para tanto. O Reino Unido e a França convocaram os demais países europeus, incluindo os soviéticos, em Paris. Quando os delegados soviéticos perceberam que os EUA insistiam em que os estados comunistas cooperassem com as economias capitalistas da Europa ocidental e que se levasse uma contabilidade conjunta dos recursos, abandonaram a reunião e criaram seu próprio plano para integrar os Estados europeus do leste. Um muro econômico separava a Europa.
O congresso dos EUA aprovou uma ajuda de mais de 13 bilhões de dólares. 70% do total foram utilizados para comprar bens estadunidenses. A Administração da Colaboração Econômica distribuía o dinheiro e a Organização Européia para a Cooperação Econômica era o órgão encarregado de gastá-lo. A maior parte da ajuda foi para a França, Reino Unido, Itália, e Alemanha Ocidental. Na medida em que cresciam as tensões devidas à Guerra Fria (1.949), os recursos começaram a ser gastos com investimentos militares do que com a reconstrução industrial.
O programa cumpriu com seus objetivos a curto e longo prazo: quando acabou, em 1.952, o perigo do controle comunista sobre a Europa Ocidental tinha desaparecido, a produção industrial tinha aumentado 35% em relação ao período anterior à guerra, a Alemanha Ocidental era independente e sua economia estava se recuperando com grande rapidez.
Depois da guerra, a produção agrícola e carbonífera européia era quase inexistente, os europeus não tinham dinheiro para comprar as matérias primas e as máquinas dos EUA necessárias para reconstruir suas agonizantes economias. Os EUA reagiram a esta situação por 4 razões: a Europa tinha sido seu maior e principal mercado e, sem uma Europa próspera, os EUA sofreriam profunda depressão econômica. Em segundo lugar, sem a ajuda do Plano Marshall, a Europa ocidental poderia pender para o comunismo, fato que ameaçava a segurança norte-americana. Em terceiro lugar, a Europa ocidental parecia estar disposta a deixar-se influenciar pela URSS. (potência que os americanos já começavam a ter como principal rival no planeta). A quarta razão era que a Alemanha ocidental, que historicamente tinha sido o eixo industrial do continente, tinha de ser o país onde cessaria a expansão soviética.
Em junho de 1.947, Marshall anunciou que se a Europa esboçava um programa de reconstrução a longo prazo, os EUA estariam dispostos a fornecer os recursos para tanto. O Reino Unido e a França convocaram os demais países europeus, incluindo os soviéticos, em Paris. Quando os delegados soviéticos perceberam que os EUA insistiam em que os estados comunistas cooperassem com as economias capitalistas da Europa ocidental e que se levasse uma contabilidade conjunta dos recursos, abandonaram a reunião e criaram seu próprio plano para integrar os Estados europeus do leste. Um muro econômico separava a Europa.
O congresso dos EUA aprovou uma ajuda de mais de 13 bilhões de dólares. 70% do total foram utilizados para comprar bens estadunidenses. A Administração da Colaboração Econômica distribuía o dinheiro e a Organização Européia para a Cooperação Econômica era o órgão encarregado de gastá-lo. A maior parte da ajuda foi para a França, Reino Unido, Itália, e Alemanha Ocidental. Na medida em que cresciam as tensões devidas à Guerra Fria (1.949), os recursos começaram a ser gastos com investimentos militares do que com a reconstrução industrial.
O programa cumpriu com seus objetivos a curto e longo prazo: quando acabou, em 1.952, o perigo do controle comunista sobre a Europa Ocidental tinha desaparecido, a produção industrial tinha aumentado 35% em relação ao período anterior à guerra, a Alemanha Ocidental era independente e sua economia estava se recuperando com grande rapidez.
| Autores: Thais Pacievitch Categorias: História | |
![]() | Data: 18/07/2008 |



