Questões da prova PUC-Campinas 2017/1 Direito

Selecionamos as questões mais relevantes da prova de vestibular PUC-Campinas 2017/1 Direito. Confira!
* Obs.: a ordem e número das questões aqui não são iguais às da prova original.

Questão 1:

Está correto o seguinte comentário: o texto acima


Questão 2:

Considerada a norma-padrão da língua, a observação correta é:


Questão 3:

Instituto A gente transforma: “Nós somos um movimento que nasceu a partir de um impulso, uma inquietação e entendimento da necessidade de valorização do ser humano e seus saberes legítimos ancestrais, como ferramenta de transformação e liberdade.” Usam o design como ferramenta para expor a alma brasileira, a partir do mergulho na cultura dos povos que formam o nosso país.

Observe com cuidado o conjunto abaixo reproduzido.

ANCESTRALIDADE

Quando o antigo bogoió foi encontrado na casa de dona Chica, em 2012, as artesãs perceberam que o futuro estava no passado. Ou melhor, que o futuro estava no conhecimento, na ancestralidade, na cultura, na fé e na resistência representada pelo artesanato. O artesanato tem o espírito da resistência e da rebeldia. Não há peças iguais em Várzea Queimada. Elas carregam a personalidade de seus autores. O antigo e o novo se misturam na Toca das Possibilidades. Aqui, não há limites para a criatividade.

(Instituto A gente transforma: Várzea Queimada. p. 8, 9 e 15)

Leia as afirmações que seguem.

I. O modo de composição do texto propicia que o leitor, se desconhecer o sentido da palavra bogoió, suponha que ela remete a cesto artesanal de palha; se desconhecer a localização de Várzea Queimada, levante a hipótese bastante provável de que se localize no semiárido brasileiro.
II. É aceitável supor que a Toca das possibilidades é o espaço, em Várzea Queimada, onde, inspirados em conhecimentos ancestrais, os artistas os transcendem, ao produzir suas peças artesanais.
III. É aceitável supor que, pelo fato de serem feitos ao modo dos antepassados, ao modo preservado na memória, os objetos produzidos em Várzea Queimada são todos de finalidade prática, ou seja, são objetos que facilitam a vida cotidiana de habitantes de uma região rural.

Está correto o que se afirma em:


Questão 4:

Instituto A gente transforma: “Nós somos um movimento que nasceu a partir de um impulso, uma inquietação e entendimento da necessidade de valorização do ser humano e seus saberes legítimos ancestrais, como ferramenta de transformação e liberdade.” Usam o design como ferramenta para expor a alma brasileira, a partir do mergulho na cultura dos povos que formam o nosso país.

Observe com cuidado o conjunto abaixo reproduzido.

ANCESTRALIDADE

Quando o antigo bogoió foi encontrado na casa de dona Chica, em 2012, as artesãs perceberam que o futuro estava no passado. Ou melhor, que o futuro estava no conhecimento, na ancestralidade, na cultura, na fé e na resistência representada pelo artesanato. O artesanato tem o espírito da resistência e da rebeldia. Não há peças iguais em Várzea Queimada. Elas carregam a personalidade de seus autores. O antigo e o novo se misturam na Toca das Possibilidades. Aqui, não há limites para a criatividade.

(Instituto A gente transforma: Várzea Queimada. p. 8, 9 e 15)

Sobre o que se tem no texto, afirma-se com correção:


Questão 5:

I. Quando um não quer, dois não brigam.
II. Cada cabeça, uma sentença.
III. Um dia da caça, o outro do caçador.
IV. Em briga de marido e mulher, não se mete a colher.
V. Casa de ferreiro, espeto de pau.

Sobre provérbios, como os acima, é correto afirmar:


Questão 6:

I. Quando um não quer, dois não brigam.
II. Cada cabeça, uma sentença.
III. Um dia da caça, o outro do caçador.
IV. Em briga de marido e mulher, não se mete a colher.
V. Casa de ferreiro, espeto de pau.

No provérbio V,


Questão 7:

I. Versos da canção Irônico, da compositora e cantora Clarice Falcão.

Queria te dizer que esse amor todo por você
Ele é irônico, é só irônico
A cada “eu te amo” que eu te mando, eu tô pensando:
Isso é irônico, e é irônico.

Só de pensar que cê pensou que era sério
Falando sério, eu quero rir
Que você acha que quando eu me descabelo
Ao som de um cello, eu tô aí.

Eu gosto de você como quem gosta
De um vídeo do Youtube de alguém cantando mal
Eu gosto de você como quem gosta
De uma celebridade “B”.
(www.vagalume.com.br)

II. Poema de Manuel Bandeira

Pousa a mão na minha testa
Não te doas do meu silêncio:
Estou cansado de todas as palavras.
Não sabes que te amo?
Pousa a mão na minha testa:
Captarás numa palpitação inefável
O sentido da única palavra essencial
− Amor.
(Lira dos cinquent' anos, 1940)

Sobre I e II, afirma-se com correção:


Questão 8:

I. Versos da canção Irônico, da compositora e cantora Clarice Falcão.

Queria te dizer que esse amor todo por você
Ele é irônico, é só irônico
A cada “eu te amo” que eu te mando, eu tô pensando:
Isso é irônico, e é irônico.

Só de pensar que cê pensou que era sério
Falando sério, eu quero rir
Que você acha que quando eu me descabelo
Ao som de um cello, eu tô aí.

Eu gosto de você como quem gosta
De um vídeo do Youtube de alguém cantando mal
Eu gosto de você como quem gosta
De uma celebridade “B”.
(www.vagalume.com.br)

II. Poema de Manuel Bandeira

Pousa a mão na minha testa
Não te doas do meu silêncio:
Estou cansado de todas as palavras.
Não sabes que te amo?
Pousa a mão na minha testa:
Captarás numa palpitação inefável
O sentido da única palavra essencial
− Amor.
(Lira dos cinquent' anos, 1940)

É correto considerar:


Questão 9:

Uma porta bateu na cozinha. Ela não se assustou. Passados alguns minutos, pensou que quem tivesse chegado demorava a aparecer. É você, Filó?, gritou. Não houve resposta. Pediu que o recém-chegado se aproximasse. Nada. Esperou mais um pouco. Queria manter-se tranquila, mas o medo vinha chegando. A essa hora só podia ser mesmo a Filó. Mas por que não respondia? Talvez não tivesse ouvido quando perguntou se era ela. Não ia perguntar de novo. De que adiantaria? Sentou-se na cama para recuperar o fôlego, a respiração agora alterada. Parecia ouvir alguns passos, mas podia ser só imaginação. Que angústia era aquela? Não havia motivo pra tanto.
(Maria Tecoara, inédito)

É correto o seguinte comentário: no trecho narrativo acima,


Questão 10:

Uma porta bateu na cozinha. Ela não se assustou. Passados alguns minutos, pensou que quem tivesse chegado demorava a aparecer. É você, Filó?, gritou. Não houve resposta. Pediu que o recém-chegado se aproximasse. Nada. Esperou mais um pouco. Queria manter-se tranquila, mas o medo vinha chegando. A essa hora só podia ser mesmo a Filó. Mas por que não respondia? Talvez não tivesse ouvido quando perguntou se era ela. Não ia perguntar de novo. De que adiantaria? Sentou-se na cama para recuperar o fôlego, a respiração agora alterada. Parecia ouvir alguns passos, mas podia ser só imaginação. Que angústia era aquela? Não havia motivo pra tanto.
(Maria Tecoara, inédito)

"Uma porta bateu na cozinha. Ela não se assustou. Passados alguns minutos, pensou que quem tivesse chegado demorava a aparecer."

Transformando o segmento acima em um único período composto, sem prejuízo do sentido original, em redação clara e em conformidade com a norma-padrão da língua, tem-se:


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