Monumentos Megalíticos

Monumentos megalíticos são formações rochosas misteriosas devidamente arrumadas na natureza por nossos antepassados. São considerados monumentos pela sua formação. Alguns são solitários blocos verticais conhecidos como menires (em Celta significa “pedras compridas”). Outros, formados em grupos dispostos em círculos, semicírculos ou longas fileiras que se estendem por quilômetros.

Lanyon Quoit, um Dolmen  localizado no sul do Reino Unido. Foto: Helen Hotson / Shutterstock.com

Lanyon Quoit, um Dolmen localizado no sul do Reino Unido. Foto: Helen Hotson / Shutterstock.com

Os “Dolmens” são outro tipo de formação, composta por uma espécie de câmara coberta. São monumentos megalíticos tumulares e coletivos. O nome deriva do Bretão “Dol” = mesa + “men” = pedra.

Acredita-se que podem ter surgido durante o período neolítico (idade da pedra), quando os homens começaram a desenvolver ferramentas e iniciar suas construções e podem ter sido arrumadas por seres detentores de altos conhecimentos, pois a maioria chega a pesar toneladas.

Assim como persiste até hoje o mistério das pirâmides, os monumentos megalíticos existem há milênios e seus construtores e a finalidade de sua existência são desconhecidos. São tão belos, que levou a nossa civilização a acreditar que se trata de templos e possíveis portais que fazem uma ligação com algo divino.

Existem cerca de 50 mil megálitos catalogados até o momento. A maioria encontra-se na Inglaterra, Irlanda, Espanha, Portugal, França, Escandinávia e Argélia.

Muitos deles são contemplados pelos religiosos místicos, porque se acredita que são dotados de energias e forças estranhas.
Paul Devereux, estudioso de monumentos pré-históricos, citou certa vez que as pedras eretas podem atuar como condutores de uma força inexplicável, conhecida como energia telúrica, canalizando-a em fluxos invisíveis que coincidem com os alinhamentos. Chegou a esta conclusão, através de estudos realizados desde 1978 utilizando métodos físicos e psíquicos. Através de sensores eletrônicos, ele conseguiu detectar traços de energia e para localizar as correntes energéticas, utilizou-se de rabdomantes (uso de pêndulos usados em radiestesia).

Stonehenge. Foto: Walencienne / Shutterstock.com

Stonehenge. Foto: Walencienne / Shutterstock.com

Em seus estudos no círculo de pedras de Stonehenge, Devereux conseguiu captar sinais que surgiam misteriosamente de oito a vinte minutos antes do nascer do sol e desapareciam de modo abrupto em até duas horas depois. Uma das energias foi identificada como um ultra-som (freqüência acústica além do ouvido humano). Ao medir o nível de radiação, constatou que no interior do círculo era superior aos registrados em outros monumentos megalíticos da Inglaterra. Também observou que a maioria dos monumentos megalíticos encontra-se em áreas com maior concentração de urânio, naturalmente radioativos.

Outra descoberta importante foi o magnetismo que uma pedra em especial possuía. Utilizando um aparelho chamado magnetoscópio, verificou que a existência de um elevado campo magnético e as rápidas flutuações da energia magnética, confirmando a crença dos rabdomantes sobre o poder cicatrizante da algumas pedras nos processos de cura de fraturas ósseas.

Durante as pesquisas em Rollright Stones, a equipe relatou inexplicáveis aparições de um carro, um grande animal peludo e uma caravana cigana, que pareceu se materializar na estrada sumindo em seguida; o que os fez acreditar que o nível elevado de radiação pode ter provocado alucinações.

Segundo suas definições, os construtores destes monumentos, pareciam perceber estas modificações nos campos energéticos da Terra e por isso eram atraídos até estes locais.

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