| Por Marilia Araujo |
Esses seres reproduzem-se por bipartição, estão presentes no mundo aquático doce e também no marinho, além do solo úmido, ambientes congelados ou folhagens nas matas e florestas. São dotadas de bainha (mucilagem) que as protegem contra dessecação. Como vimos, as cianobacterias são ecléticas quando o assunto é “onde” vivem. Uma curiosidade preocupante é que se estiverem em água possivelmente causarão um efeito odorífero e paladar desagradáveis. E isto acontece por causa das toxinas que elas liberam e nem os meios mais eficazes de descontaminação aquática conseguem limpar a água. É preocupante porque essas toxinas podem ser do tipo hepatotoxina (afeta o fígado diretamente) ou neurotoxina (atinge o sistema neurológico).
Existem algumas espécies de cianobacterias que formam células diferentes: heterocistos (fixa nitrogênio) e acinetos (armazena substâncias de reserva). A estrutura da parede celular de todas as cianobacterias é: uma camada citoplasmática fina externa à membrana plasmática; uma outra camada rígida composta de mureína; duas camadas polissacarídicas e algumas vezes pode estar presente também uma camada espessamente gelatinosa.
Vale destacar a importância ecológica das cianobacterias: produção de oxigênio. Muitos cientistas acreditam que foram elas que infestaram a atmosfera com oxigênio.
Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cyanobacteria
http://www.enq.ufsc.br/labs/probio/disc_eng_bioq/trabalhos_pos2004/microorganismos/CIANOBACTERIAS.html
http://www.aquahobby.com/articles/b_ciano.php
| Data de publicação: Categorias: Reino Monera |
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