Verão

Chega o verão, instalam-se as altas temperaturas. Normalmente é um período de férias, festivais culturais, viagens ao litoral, praia, água de coco, piscinas lotadas, muito consumo de sorvete e bebidas geladas. Mas também há os riscos de desidratação, meningites e problemas respiratórios, com a emergência do clima mais quente e seco.

Foto: Willyam Bradberry / Shutterstock.com

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Neste momento os dias se alongam, as noites são mais curtas. Esta celebrada estação tem início, no Hemisfério Norte, onde é conhecido como Verão Boreal, mais ou menos em 21 de junho, data que marca o solstício, e tem fim no equinócio outonal, no dia 23 de setembro.

Já no Hemisfério Sul, o Verão Austral principia com o Solstício, por volta do dia 21 de dezembro, e se encerra com a chegada do equinócio de Outono, em meados do dia 20 de março.

Nos primórdios da Humanidade, costumava-se considerar a existência de cinco estações, pois o Verão era fracionado em duas porções – o Verão em si, com clima quente e repleto de chuva, quase sempre se iniciando no final da Primavera; e o estio, pontuado por altas temperaturas e atmosfera seca, daí se origina a expressão ‘estiagem’, hoje raramente utilizada como sinônimo de Verão.

Esta estação é conhecida como a que mais apresenta pancadas de chuvas, especialmente em áreas com a temperatura mais precisa. Com o clima muito quente, torna-se mais propício ocorrer a evaporação das águas. Assim, são mais freqüentes os altos índices pluviométricos.

Na tradição Wicca, o Solstício de Verão é conhecido como Litha, quando então o Sol chega ao seu ponto máximo de vitalidade, tornando então a extinguir-se. Desta forma, os dias começam a se reduzir, e as noites vão ficando mais longas.

Ainda segundo esta cultura espiritual, o sabá conhecido como Samhain – Halloween – festeja o fim do Verão, bem como o Ano Novo dos celtas e o Festival dos Mortos, conhecido também como Terceiro Festival da Colheita. De acordo com algumas práticas Wicca, neste período se consagra a viagem do Deus para a ‘terra de verão’.

Este é, portanto, o momento em que se revelam as passagens existentes entre os dois mundos e, simultaneamente, principia-se um novo ciclo, ou seja, uma nova estação.

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