História dos Estados Unidos

Por Thais Pacievitch
A data oficial da fundação dos Estados Unidos é 4 de julho de 1776, quando o Segundo congresso Continental, representando as 13 colônias secessionistas, assinou a declaração da independência. Contudo, a estrutura do governo sofreu uma grande mudança em 1788, quando os Artigos da Confederação foram substituídos pela Constituição dos Estados Unidos.

A cidade de New York foi a capital durante um ano, antes do governo transferir-se para a Filadélfia. Em 1791, os estados ratificaram a Carta dos Direitos, dez emendas à constituição que proíbem as restrições às liberdades pessoais e garantem uma série de proteções legais. Os estados do norte aboliram a escravidão entre 1780 e 1804. Em 1800, o governo federal mudou-se para Washington, DC (Distrito de Columbia).

No intuito de expandir seu território em direção ao o oeste, o governo americano iniciou um ciclo de guerras contra as populações indígenas, que durou até o fim do século XIX. A guerra contra a Inglaterra, que acabou empatada, serviu para reforçar o nacionalismo americano.

As tensões entre estados escravistas e abolicionistas, junto com o aumento dos desacordos entre o governo federal e os estatais provocaram conflitos na expansão da escravidão nos novos estados. Abraham Lincoln, candidato do partido republicano e um grande abolicionista, foi eleito presidente em 1860. Antes que tomasse posse do seu cargo, os sete estados escravistas declararam sua secessão, formando os Estados Confederados da América. O governo federal argumentou que a secessão era ilegal e, assim, teve início a Guerra Civil Estadunidense.

Em 1867, os Estados Unidos compram da Rússia o Alaska, completado a expansão continental do país. Em 1898, o Havaí foi anexado pelos americanos. No mesmo ano, os americanos vencem a Espanha, anexando Porto Rico e as Filipinas.

Quando começou a I Guerra Mundial, os EUA mantiveram-se neutros, mas em 1917, uniram-se aos Aliados, contribuindo com a derrota das Potências Centrais.

Durante a maior parte da década de 1920, os EUA viveram um período de prosperidade. Em 1929, teve início a Grande Depressão, causada pelo aumento da dívida e um mercado de valores inflacionados. A este fato, o então presidente Frank D. Roosvelt, responde com o New Deal, uma série de políticas de aumento da intervenção do governo na economia.

Durante a fase inicial da II Guerra Mundial, os EUA também foram neutros, mas, no dia 7 de dezembro de 1941, juntaram forças com os aliados contra as Potências do Eixo, depois do ataque japonês a Pearl Harbour, fato que ajudou os EUA a alavancarem sua economia. Os EUA foram o único país a enriquecer com a guerra.

Em agosto de 1945, os EUA lançaram bombas atômicas nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, pondo fim à guerra, perante a rendição japonesa.

Entre 1958 e 1975, os EUA participaram de uma guerra contra o Vietnã e a perderam.

A influência estadunidense, depois disso, atingiu níveis nunca antes alcançados em vários aspectos, tais como: econômico, científico, tecnológico e cultural.

Em 1969, os americanos chegam à Lua com o Apolo XV.

O governo dos EUA influenciam a política de vários países, promovendo golpes militares, financiando guerrilhas e derramando muito sangue por trás da máscara de libertar povos e instalar a democracia. O que se pretendia mesmo era aumentar o poder, a pilhagem de riquezas alheias e as áreas de influência.

Com o desmanche da URSS e o consecutivo fim da Guerra Fria, os EUA tornam-se a única superpotência do globo. Em 1991, participam da Guerra do Golfo, expulsando as tropas iraquianas que tinham invadido o Kuwait.