Telescópio Hubble

O Telescópio Espacial Hubble é o mais importante de todos os telescópios que já foram construídos no mundo. Isso porque ele fica no espaço, livre das interferências da atmosfera terrestre, o que permite que ele consiga imagens precisas de lugares distantes do universo.

Telescópio Hubble. Foto: NASA

Telescópio Hubble. Foto: NASA

Projetado e construído nas décadas de 70 e 80, o Telescópio Hubble leva o nome do astrônomo americano Edwin Powell Hubble que foi o primeiro a conseguir provar que as até então chamadas nebulosas eram na verdade (em sua maioria), galáxias independentes, assim como a nossa Via Láctea. Foi ele, também, o primeiro a notar que as galáxias estão se afastando, dando subsídios para a teoria do Big-Bang.

O Telescópio Hubble foi lançado em 1990 e equipado com lentes que podem detectar tanto a luz visível quanto a luz infravermelha. Ele é do tipo Refletor Ritchey-Chretien, ou seja, seu principal elemento óptico é um espelho.

No início de sua jornada, orbitando o planeta terra a uma altura de cerca de 600 km da superfície, o Hubble apresentou um defeito em seu espelho principal que estava com uma deformação equivalente a 1/50 de um fio de cabelo, o suficiente para prejudicar as imagens. Para consertá-lo foi elaborada então uma missão especial, que ocorreu em 1993, exclusivamente para instalar lentes corretivas no Hubble.

O Hubble não é o maior telescópio do mundo (os telescópios de Mauna Kea no Havaí, que são os maiores, têm 10 metros de diâmetro cada), mas mesmo assim, é o que consegue as melhores imagens e informações das galáxias e outros corpos celestes, principalmente os que estão distantes, além de nosso sistema solar.

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