Peptídeos

Por Fabiana Santos Gonçalves
Os peptídeos são polímeros de aminoácidos. O tamanho desses polímeros varia muito, de moléculas com 2 ou 3 aminoácidos, á macromoléculas com milhares de aminoácidos.

Através da ligação peptídica dois aminoácidos se ligam covalentemente. A molécula resultante é um dipeptídeo. Consiste em uma reação de condensação, há remoção de um grupo hidroxila (OH) de uma molécula e um hidrogênio (H) da outra molécula, que se unem, resultando em uma molécula de água.

Três aminoácidos se ligam através de duas ligações peptídicas, formando um tripeptídeo, e assim por diante.

Quando a molécula formada contém poucos aminoácidos ela é chamada de oligopepetídeo. Quando há muitos aminoácidos ela é chamada de polipepetídeo.

Como cada aminoácido de uma cadeia peptídica perdeu um átomo hidrogênio (H) ou uma hidroxila (OH), cada unidade de aminoácido é chamada de resíduo.

Quando vamos atribuir um nome a um pepetídeo pequeno, seguimos a seqüência dos seus aminoácidos constituintes. Começamos pelo resíduo aminoterminal, que fica na extremidade esquerda e terminamos no resíduo carboxilaterminal ou N-terminal, que consiste em um grupo carboxila livre.

Função biológica

Os grandes peptídeos constituem proteínas, que possuem extrema importância biológica. Porém, muitos oligopeptídeos e peptídeos pequenos possuem grande importância biológica, exercendo sua função mesmo em quantidades muito pequenas.

Alguns hormônios de vertebrados, como a insulina, glucagon e corticotrofina são compostos por menos de 50 resíduos de aminoácidos.
Como peptídeos pequenos de ocorrência natural também podemos citar a ocitocina, bradicinina, tireotrofina e encefalinas. Os venenos de fungos também são peptídeos pequenos.