Poetas Brasileiros

A poesia brasileira é uma das melhores na história da literatura universal. Dos exageros barrocos à diversidade contemporânea, ela passa pelos preciosismos parnasianos, a mística simbolista, a paixão política dos árcades inconfidentes, o estilo gótico dos poetas românticos, a antropofagia modernista, o vanguardismo dos concretistas e a poesia quase improvisada de Leminski. A trajetória da poética em nosso país teve início com os versos religiosos de José de Anchieta e atravessou diversas escolas até desaguar no que os críticos intitulam de movimento pós-modernista. A lírica, reconhecida por sua alta dose de subjetividade, ocupou um espaço importante na literatura brasileira, traduzindo as emoções do sujeito. À vertente existencialista, marcada pelas vivências e dilemas da vida, filiam-se poetas como Drummond e Vinícius de Moraes. Os poemas de cunho social também se destacaram em nossas terras, principalmente os poemas abolicionistas de Castro Alves.

Obras e Poetas brasileiros

  • José de Anchieta: Poema à Virgem.
  • Cláudio Manuel da Costa: Munúsculo Métrico; Culto Métrico; Epicédio; Obras (sonetos, epicédios, romances, éclogas, epístolas, liras); O Parnaso Obsequioso; Vila Rica; Poesias Manuscritas.
  • Carlos Drummond de Andrade: Alguma Poesia; Sentimento do Mundo; José; A Rosa do Povo; Claro Enigma; Quadrilha; Boitempo; A Última Pedra no meu Caminho; 50 Poemas Escolhidos Pelo Autor; Antologia Poética; Fazendeiro do Ar; Viola de Bolso; Amar se Aprende Amando; Farewell.
  • Manuel Bandeira: A Cinza das Horas; Carnaval; O Ritmo Dissoluto; Libertinagem; Estrela da Manhã; Lira dos Cinquent’anos; Estrela da Tarde; Estrela da Vida Inteira; Belo, Belo; Opus 10; Mafuá do Malungo; Antologia Poética.
  • Vinícius de Moraes: Serenata do Adeus; Canção do Amor Demais; Valsa de Eurídice; A Casa; A Felicidade; Chega de Saudade; É Preciso Dizer Adeus; Garota de Ipanema; Insensatez; Aquarela; Chorando pra Pixinguinha; Minha Namorada; Samba Triste; Pobre Menina Rica; Soneto da Separação.
  • Manoel de Barros: Poemas Concebidos Sem Pecado; Gramática Expositiva do Chão; Livro de Pré-Coisas; O Guardador das Águas; O Livro das Ignorãças; Livro Sobre Nada; Retrato do Artista Quando Coisa; Memórias Inventadas I; Portas de Pedro Viana; O Fazedor de Amanhecer; Águas; Poesia Completa.
  • Mário Quintana: A Rua dos Cataventos; Sapato Florido; O Aprendiz de Feiticeiro; Caderno H; Espelho Mágico; Quintanares; A Vaca e o Hipogrifo; Esconderijos do Tempo; Baú de Espantos; Porta Giratória; A Cor do Invisível.
  • Cecília Meirelles: Espectros; Criança, Meu Amor; Romanceiro da Inconfidência; Ou Isto Ou Aquilo; Mar Absoluto; Viagem; Vaga Música; Batuque; Canções; Flores e Canções; Antologia Poética; O Menino Atrasado.
  • Hilda Hilst: Presságio; Balada de Alzira; Roteiro do Silêncio; Sete Cantos do Poeta Para o Anjo; Da Morte. Odes Mínimas; Do Amor; Do Desejo; Bufólicas; Cantares de Perda e Predileção; Alcoólicas; Amavisse; Amado Hilst.
  • Adélia Prado: Bagagem; O Coração Disparado; Terra de Santa Cruz; O Pelicano; A Faca no Peito; Oráculos de Maio; Louvação Para uma Cor; A Duração do Dia; Poesia Reunida; Antologia da Poesia Brasileira.
  • Cora Coralina: Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais; Meu Livro de Cordel.
  • Castro Alves: Espumas Flutuantes; A Cachoeira de Paulo Afonso; Os Escravos; Hinos do Equador; Tragédia no Mar; O Navio Negreiro.
  • Cruz e Souza: Broquéis; Missal; Tropos e Fantasias; Evocações; Faróis; Outras Evocações; Últimos Sonetos; O Livro Derradeiro; Dispersos.
  • Paulo Leminski: Quarenta Clics em Curitiba; Polonaises; Não Fosse Isso e Era Menos/ Não Fosse Tanto e Era Quase; Tripas; Caprichos e Relaxos; Um Milhão de Coisas; Distraídos Venceremos; Toda Poesia; La Vie em Close; O Ex-Estranho; Aviso aos Náufragos. 
  • João Cabral de Melo Neto: Pedra do Sono; Os Três Mal-Amados; O Engenheiro; O Cão sem Plumas; O Rio ou Relação da Viagem que Faz o Capibaribe de sua Nascente à Cidade do Recife; Quaderna; A Educação Pela Pedra; Morte e Vida Severina; A Escola da Faca; Tecendo a Manhã.

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