Visão

Por Thais Pacievitch
A visão é um dos cinco sentidos. São grandes as diferenças entre a visão dos seres humanos e dos animais. A visão dos seres humanos é complexa, pois existem algumas partes responsáveis por detectar a luz, e outras responsáveis por detectar as imagens e de interpretá-las.

O olho, ou bulbo do olho, tem uma forma esférica. É composto por três membranas que atuam como revestimento, além de três elementos transparentes localizados em seu interior.

As três membranas que revestem o olho são:

Esclera – é o branco dos olhos. É a camada mais resistente. Na parte anterior do olho, no lugar da esclera, localiza-se a córnea, que é uma membrana transparente.

Corióide – é a membrana intermediária, onde ficam os vasos sangüíneos. Na parte anterior do olho, no lugar da corióide encontra-se a íris, a parte colorida do olho. No centro da íris está a pupila, que pode aumentar ou diminuir de tamanho com a finalidade de regular a quantidade de luz que entra no olho. A pupila demora segundos, ou até minutos para se ajustar a mudanças bruscas de iluminação.

Retina - é na retina que são encontradas as células que recebem os estímulos visuais e os transformam em impulsos nervosos, sendo esta a camada mais interna do bulbo do olho. As células receptoras podem ser de dois tipos: os cones (células que percebem as cores) e os bastonetes (células que percebem o branco, o preto e cinza. O nervo ótico é ligado à retina, de onde capta e transmite os impulsos nervosos até o cérebro.

Os três elementos transparentes localizados dentro do olho são:
Humor aquoso – é o liquido que preenche o espaço entre o cristalino e a córnea.

Cristalino – localizado atrás da íris, o cristalino é uma membrana elástica, que muda de espessura conforme a distancia em que se encontra o objeto focalizado.

Humor vítreo – substância gelatinosa que preenche o espaço entre a parte de trás do cristalino e a retina.

A visão funciona assim: a luz que chega ao olho atravessa a córnea, o humor aquoso e a pupila, e chega ao cristalino, que direciona os raios de luz até a retina, onde se forma uma imagem invertida do objeto focalizado. Entram então em ação as células receptoras, ou seja, os cones e os bastonetes, que enviam impulsos nervosos ao nervo óptico, que por sua vez os envia ao cérebro. A imagem que chega ao cérebro é então interpretada, de modo que a imagem, antes invertida, seja vista na posição correta.

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