Floresta Mediterrânea
Chama-se de Floresta Mediterrânea àquela desenvolvida por toda a costa norte do Mar Mediterrâneo. Mas, o bioma da Floresta Mediterrânea pode ser encontrado em regiões como a Califórnia (EUA), o centro do Chile, o Sul da África e o Sul da Austrália.
Entretanto, a Floresta Mediterrânea tradicional praticamente não existe mais na costa do Mar Mediterrâneo devido ao processo de degradação causado pela ação do homem, pois, como se sabe, a região é densamente povoada desde tempos muito antigos.
Mas, em alguns locais como as Ilhas Madeira, Açores e Canárias, ainda é possível encontrar resquícios dessa vegetação também conhecida como “Floresta Laurissilva” por apresentar como espécies dominantes variedades dos loureiros.
A Floresta Mediterrânea original caracteriza-se pela presença de árvores espaçadas entre si que favorecem o crescimento do extrato arbustivo, já o herbáceo não é muito desenvolvido devido aos longos períodos de seca.
As principais árvores representantes da Floresta Mediterrânea são: a azinheira, o sobreiro, a oliveira-brava, os pinheiros, o cedro e o cipreste.
Devido ao intenso processo de utilização dos solos da região para pastoreio e cultivo que foram suplantando a vegetação natural, a Floresta Mediterrânea deu lugar a um tipo de vegetação secundária basicamente arbustiva e herbácea chamada de maquis e garrigue.
Ambos são diferenciados entre si de acordo com o tipo de solo em que se desenvolvem e por apresentar algumas peculiaridades quanto à composição do extrato vegetal.
Os maquis, também, conhecidos como chaparral ou macchia em algumas regiões, desenvolve-se em solos ácidos e graníticos (silicosos) em regiões onde antes dominavam os sobreiros. O garrigue, ou charneca, por sua vez, costuma se desenvolver em solos calcários, alcalinos e pedregosos como sucessão às azinheiras.
Ambos são indicadores de degradação ambiental uma vez que se desenvolvem em solos onde há a supressão da vegetação nativa (no caso, Floresta Mediterrânea). Mas, mesmo assim, indicam um certo grau de recuperação da vegetação anterior e do solo, muito embora, esse tipo de vegetação (maquis e garrigues) jamais venha a alcançar o porte da vegetação de uma Floresta Mediterrânea devido às limitações edáficas (do solo).
Os maquis possuem uma vegetação caracteristicamente densa e fechada, com predominância de arbustos como a urze, o loureiro, alguns cactos e o medronheiro. Já o garrigue, caracteriza-se por ser uma vegetação mais baixa e por representar uma segunda fase de degradação. O Garrigue, ou chaparral, é composto por ervas aromáticas como o alecrim e a alfazema.
Entretanto, a Floresta Mediterrânea tradicional praticamente não existe mais na costa do Mar Mediterrâneo devido ao processo de degradação causado pela ação do homem, pois, como se sabe, a região é densamente povoada desde tempos muito antigos.
Mas, em alguns locais como as Ilhas Madeira, Açores e Canárias, ainda é possível encontrar resquícios dessa vegetação também conhecida como “Floresta Laurissilva” por apresentar como espécies dominantes variedades dos loureiros.
A Floresta Mediterrânea original caracteriza-se pela presença de árvores espaçadas entre si que favorecem o crescimento do extrato arbustivo, já o herbáceo não é muito desenvolvido devido aos longos períodos de seca.
As principais árvores representantes da Floresta Mediterrânea são: a azinheira, o sobreiro, a oliveira-brava, os pinheiros, o cedro e o cipreste.

Ambos são diferenciados entre si de acordo com o tipo de solo em que se desenvolvem e por apresentar algumas peculiaridades quanto à composição do extrato vegetal.
Os maquis, também, conhecidos como chaparral ou macchia em algumas regiões, desenvolve-se em solos ácidos e graníticos (silicosos) em regiões onde antes dominavam os sobreiros. O garrigue, ou charneca, por sua vez, costuma se desenvolver em solos calcários, alcalinos e pedregosos como sucessão às azinheiras.
Ambos são indicadores de degradação ambiental uma vez que se desenvolvem em solos onde há a supressão da vegetação nativa (no caso, Floresta Mediterrânea). Mas, mesmo assim, indicam um certo grau de recuperação da vegetação anterior e do solo, muito embora, esse tipo de vegetação (maquis e garrigues) jamais venha a alcançar o porte da vegetação de uma Floresta Mediterrânea devido às limitações edáficas (do solo).

Os maquis possuem uma vegetação caracteristicamente densa e fechada, com predominância de arbustos como a urze, o loureiro, alguns cactos e o medronheiro. Já o garrigue, caracteriza-se por ser uma vegetação mais baixa e por representar uma segunda fase de degradação. O Garrigue, ou chaparral, é composto por ervas aromáticas como o alecrim e a alfazema.
| Autores: Camila Conceição Faria Categorias: Geografia | |
![]() | Data: 30/08/2007 |



